O que aconteceu
Na madrugada do 26 para o dia 27 desse mês, eu e meu marido (***** e *****) demos entrada no Hospital Ribeirânia/São Lucas, ala da Pediatria, para atendimento de emergência da nossa filha *****, a qual tem 1 ano e 2 meses de vida, e estava em um quadro de saúde visivelmente delicado.
Inclusive, já tínhamos passado na emergência na data do dia 23.08.2026, mas a situação se agravou demais, levando ao retorno na data acima mencionada.
Passamos o dia todo em atendimento, acompanhando inclusive duas trocas de turnos, aguardando resultados de exames para se chegar ao diagnóstico dela, o qual foi "Laringite", estando a mesma com muita dificuldade respiratória e com alto grau de secreção.
Diante do quadro de saúde, preocupante, a médica plantonista solicitou a liberação de internação na UTI, a qual não pôde ser realizada no mesmo hospital, em decorrência de cláusulas do contrato do convênio.
Assim, aguardamos a liberação de leito no Hospital São Paulo para a transferência, e a ambulância para proceder com o transporte, mas somente no final do dia foi efetivada a solicitação, com a chegada da ambulância e a internação na UTI Pediátrica do Hospital São Paulo.
Ocorre que, como tanto eu e meu marido trabalhamos em horário integral, solicitamos os respetivos Atestados de Acompanhantes, os quais vieram com horários totalmente equivocados, constando a permanência de ambos no período das 07h às 13h do dia 27.08.2026.
É possível a verificação do equívoco facilmente acessando os registros de todos os procedimentos referentes a este caso.
Entretanto, como naquele momento, estávamos em uma situação delicada, preocupante e muito apreensivos, não cogitamos que referidos Atestados viriam com erro.
Minha filha continua, nesta data, 29.08.2026, internada na UTI do Hospital São Paulo.
Ao apresentarmos os Atestados nos nossos respectivos trabalhos é que foi verificada essa incongruência, sendo requerido que apresentássemos os Atestados de Acompanhantes de todo o período, já que, como dito anteriormente, trabalhamos em jornada integral. Além disso, haveria de constar que a necessidade de afastamento do trabalho se dá em necessidade de cuidados com a criança, já que estamos revezando turnos matutinos, vespertinos e noturnos junto com ela, que, com 1 ano e 2 meses, por óbvio, não pode ficar sozinha em uma internação de Unidade Intensiva.
Assim, nesta data de hoje entrei em contato com o Hospital Ribeirânia, pelo telefone ***** e a funcionária que me atendeu, às 12:56h, afirmou que somente poderíamos solicitar a retificação dos Atestados mediante comparecimento pessoal no hospital, no período das 07 às 13h, em dias úteis.
Fiquei um pouco incrédula com a informação, uma vez que, além de estarmos nessa situação tão difícil, ainda que cogitarmos que nossa filha receba alta até amanhã (apenas uma suposição, já que nem transferência para o quarto ela teve), uma vez que temos que apresentar os documentos com urgência nos nossos trabalhos, teríamos que perder mais horas para receber referidos Atestados em que não tivemos culpa pelo erro do hospital, ou seja, teríamos que afetar novamente nosso trabalho por erro alheio em que não tivermos contribuição.
Na verdade, o hospital é quem deveria facilitar totalmente a retificação dos documentos, tanto porque o registo está em seu próprio sistema, quanto porque não deveria ter gerado respectivo prejuízo em um momento desse, e, ainda, em que já estamos gerando prejuízos em nosso trabalho.
Contudo, sem nenhuma empatia, a funcionária não se propôs em, pelo menos, tentar solicitar alguma forma de resolução do problema, já que foi gerado pelo próprio hospital. Nem mesmo, cogitou de questionar outro funcionário ou tentar algum procedimento.
Sendo assim, segue este presente esclarecimento, bem como a presente solicitação de que o problema seja resolvido com a devida urgência.
Aguardo a resolução imediatamente.
Att.,
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