Abordagem comercial agressiva e desrespeitosa no Hotel Nacional causa trauma e prejuízo familiar

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Campinas - SP

26/01/2026 às 00:58

ID: 238785099

Experiência extremamente traumática, constrangedora e decepcionante, vivida por mim e minha família, relacionada à abordagem comercial para venda de cotas do Hotel Nacional, que culminou em desrespeito direto a uma criança de 12 anos, quebra sucessiva de promessas, piora progressiva no atendimento e prejuízo financeiro real.
Fomos abordados em Copacabana por um atendente extremamente simpático, que afirmou de forma categórica que não se tratava de sistema de cotas nem de pontuação, mas de um modelo simples e vantajoso de uso do hotel. Convencidos pela abordagem, aceitamos comparecer no dia seguinte ao Hotel Nacional para assistir a uma apresentação prometida de 30 minutos, que acabou se estendendo por mais de duas horas, de forma cansativa, invasiva e insistente.
Durante esse período, nosso filho de apenas 12 anos foi encaminhado a uma suposta brinquedoteca, sob a responsabilidade de três funcionárias. Seguimos na reunião confiantes, analisando números, planos e possibilidades de uso, inclusive já conversando em família sobre quem convidaríamos para usufruir das semanas que estávamos prestes a adquirir. Estávamos, de fato, quase fechando o negócio.
Tudo foi abruptamente interrompido quando recebi uma ligação do meu filho desesperado, chorando, em pânico, relatando que havia sido maltratado. Largamos imediatamente a reunião e fomos até a brinquedoteca. Lá, fomos recebidos por uma funcionária que se apresentou como supervisora, com postura arrogante, agressiva e intimidadora, apontando o dedo, falando alto e exigindo que meu filho entregasse o celular a ela, uma completa desconhecida, causando ainda mais terror e constrangimento à criança.
Meu filho estava aos prantos.
O que torna a situação ainda mais revoltante é que, enquanto essa funcionária gritava e constrangia uma criança, as três monitoras estavam sentadas no chão, rindo e mexendo em celulares, sem qualquer atenção às crianças sob seus cuidados. Trata-se de negligência, falta de preparo e um péssimo exemplo, incompatíveis com qualquer espaço que se proponha a receber menores.
Aquele momento encerrou imediatamente qualquer possibilidade de compra. Nenhuma proposta, nenhum benefício ou desconto justifica o sofrimento emocional imposto a uma criança.
Após o ocorrido, o atendente tentou amenizar a situação nos encaminhando para um almoço, alegando que seria uma cortesia previamente combinada. Mais uma vez, nada do que foi prometido foi cumprido: recebemos um cardápio limitado, completamente diferente do acordado um simples PF com opção de carne, frango ou peixe.
Mesmo após todo o desgaste, insistiram para que retornarmos no dia seguinte para um Day Use, garantindo que nossa experiência seria totalmente diferente. O que ocorreu foi exatamente o oposto: quanto mais tentavam reverter a situação, pior o atendimento ficava.
No retorno, fomos novamente surpreendidos negativamente:
A toalha de "PRAIA" não poderia ser utilizada na praia, por estarmos em Day Use;
Não havia cadeiras, apesar de terem sido prometidas;
Tivemos que sentar no chão, em pleno momento de lazer;
Fomos informados de que, por não sermos proprietários de cota nem hóspedes, não poderíamos retornar pelo acesso interno, sendo obrigados a dar a volta por fora do hotel, em uma regra constrangedora e discriminatória.
Nada absolutamente nada do que foi prometido foi cumprido.
O resultado final foi uma família emocionalmente abalada, crianças frustradas e desiludidas, além de um prejuízo financeiro e de tempo: perdi dois dias de hospedagem no Hotel Radisson da Barra, onde estávamos sendo bem tratadas, confiando em promessas que não se concretizaram em momento algum.
Faço questão de registrar de forma clara e definitiva:
Jamais indicarei o Hotel Nacional para qualquer pessoa.
A experiência foi tão negativa que, a cada tentativa de conserto, o atendimento piorava, ampliando ainda mais o desgaste e o constrangimento.
Reforço também que não aceitaria essa cota nem de graça. O que vivenciamos foi marcado por propaganda enganosa, desorganização, desrespeito ao consumidor e, sobretudo, violência emocional contra uma criança.
Espero que este relato seja tratado com a seriedade que a situação exige.

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Resposta da empresa

09/02/2026 às 18:03

Prezada Natacha,

Eu me chamo Gabriel, sou analista do Hotel Nacional Rio de Janeiro. Li atentamente o seu relato e sentimos profundamente por toda a experiência vivenciada por você e sua família. Sabemos o quanto situações como essa podem marcar negativamente, especialmente quando envolvem um momento que deveria ser de lazer e, principalmente, quando atingem emocionalmente uma criança. Recebam nossa sincera solidariedade.

Conforme conversamos de forma privada, acolhemos sua manifestação com o devido cuidado e atenção. Como forma de consideração e respeito, aguardamos o seu retorno ao Hotel Nacional, com o desejo genuíno de que vocês possam, se assim desejarem, vivenciar uma nova experiência conosco, leve, respeitosa e completamente diferente da anterior.

Seu relato foi devidamente registrado e encaminhado para análise interna, pois compreendemos a importância de ouvir, refletir e aprimorar continuamente nossos processos e atendimentos.

Seguimos à disposição para qualquer esclarecimento adicional e reforçamos nosso compromisso com o respeito, o cuidado e a atenção a cada cliente.

Atenciosamente,
Gabriel/Analista - Hotel Nacional Rio de Janeiro.

Consideração final do consumidor

09/02/2026 às 18:10

foi resolvido prontamente!|!| excelente atendimento...obrigada

O problema foi resolvido?

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Voltaria a fazer negócio

Sim

Nota do atendimento

10