O que aconteceu
No dia 17/09, por volta das 21h, um familiar meu deu entrada na emergência do Hospital Paulo Sacramento, em Jundiaí, em decorrência de um acidente de trânsito.
Na ocasião, recebemos os pertences do paciente em um saco fechado. Devido à gravidade e ao estresse da situação, o conteúdo não foi verificado de imediato. Ressalto que o hospital não apresentou nenhum termo de entrega ou inventário discriminando os pertences para conferência e assinatura, descumprindo o procedimento adequado de custódia de itens pessoais de pacientes em situação de emergência.
Após a alta, ao verificar a sacola, constatamos a ausência de itens pessoais de uso contínuo (joia e acessório eletrônico).
Estive presencialmente no hospital para buscar esclarecimentos, mas fui informada apenas de que a instituição não possui cofre e não sabe do paradeiro dos objetos. Como se não bastasse, os canais oficiais de atendimento estão inoperantes: não consigo registrar a manifestação pela ouvidoria e as chamadas telefônicas não são atendidas.
Diante do descaso, utilizo este canal para solicitar formalmente:
1. A apuração interna sobre o paradeiro dos pertences do paciente desde a sua entrada na emergência;
2. A preservação e o arquivamento das imagens das câmeras de segurança do hospital referentes aos dias 17/09 e 18/09 (especialmente das áreas de triagem, trauma e atendimento);
3. Um contato e posicionamento formal da instituição para tratativa direta do caso.
Aguardo retorno urgente.