O que aconteceu
Comprei um celular modelo C75 da marca Realme na loja inforcell (Manaus-AM). No ato da compra, o vendedor me informou que o aparelho era "à prova d'água". Além disso, o próprio celular tem função de "câmera subaquática". Confiando na informação, mergulhei o celular na piscina. No dia seguinte, o aparelho parou de funcionar (queimou).
Levei o celular à assistência técnica indicada pela fábrica (Payjoy), que apresentou laudo apontando "infiltração de líquido", oxidação e falhas na placa. A assistência se recusou a cobrir o conserto pela garantia, alegando que o dano não é coberto, e apresentou orçamento de R$ 2.189,60 (após suposto desconto de 30%).
A loja onde comprei também se recusa a custear o reparo, dizendo que a garantia da loja é de apenas 7 dias e que o conserto ficaria por minha conta. A loja ainda sugeriu que eu retirasse o celular da assistência e pagasse um conserto mais barato em outra oficina.
Entendo que houve propaganda enganosa (art. 37 do CDC), vício de qualidade (art. 18 do CDC) e recusa abusiva de garantia. O produto foi anunciado como "à prova d'água", mas não suportou contato com água, que é uso normal e previsível.
Meu pedido: conserto gratuito do celular pela garantia ou substituição do aparelho por um novo. Não aceito pagar pelo conserto.
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Problema foi resolvido?NãoVoltaria a fazer negócio?NãoNota do atendimento0Nao resolveu nada ainda quer que eu pague pelo conserto