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Descalabro e falta de razoabilidade na alocação dos locais de prova e exigências abusivas no concurso de Exu - PE

Instituto IGEDUC

cidade: Granito

O que aconteceu

Gostaria de registrar minha profunda indignação com a total falta de organização, empatia e razoabilidade da Banca IGEDUC na organização do concurso público de Exu-PE.

Sou morador do município de Granito-PE, dado este devidamente cadastrado no ato da minha inscrição (pela qual paguei R$ 125,00). Para a minha surpresa, ao consultar o cartão de confirmação de inscrição, fui alocado para realizar a prova em um local bem distante de onde moro: no Posto da Serra (distrito de Exu-PE). Outros candidatos da minha região foram alocados em cidades e distritos vizinhos, como Bodocó, exigindo um deslocamento superior a 50 km.

O mais absurdo e contraditório é que tomei conhecimento de que a própria banca organizadora alocou candidatos para realizarem a prova dentro da minha cidade (Granito-PE). Ou seja, em vez de aplicar o princípio da eficiência, da isonomia e do bom senso, a banca optou por promover uma verdadeira "dança das cadeiras" logística, forçando candidatos a percorrerem dezenas de quilômetros desnecessariamente.

Como se não bastasse o transtorno e o custo do deslocamento para um local inóspito, a banca impôs a proibição arbitrária e abusiva de entrada no local de prova portando aparelho celular, mesmo que desligado. Em qualquer concurso público do país, a regra padrão é o fornecimento de envelope porta-objetos lacrado para que o candidato guarde seus pertences com segurança. Exigir que um candidato viaje dezenas de quilômetros por estradas da região completamente desprovido do seu telefone sem nem poder mantê-lo desligado e lacrado coloca em risco a segurança pessoal e a comunicação em casos de emergência no trajeto.