O que aconteceu
Venho manifestar minha total indignação e insatisfação com a situação que estamos enfrentando.
A Dra. Juliana Borelli está tentando, de todas as maneiras possíveis, encontrar uma solução para continuar acompanhando suas pacientes, especialmente nós, gestantes de alto risco. Acredito que existam outros profissionais competentes na rede, e em nenhum momento estou desmerecendo a capacidade de ninguém. Porém, estamos falando de gestantes de alto risco, de cuidados com a vida da mãe e do bebê, em uma fase extremamente delicada, na qual já construímos um vínculo de confiança com a médica que acompanha todo o nosso histórico.
Confiança não se constrói de uma hora para outra, muito menos no momento de vulnerabilidade em que nos encontramos.
A postura da Leve Saúde tem sido extremamente irresponsável. Hoje, inclusive, fui atendida por outra médica que sequer havia sido comunicada sobre a situação das pacientes que estavam sob os cuidados da Dra. Juliana. Isso demonstra a falta de organização e de consideração com gestantes que precisam de acompanhamento contínuo e seguro.
Exijo uma solução definitiva! Não aceito simplesmente ser transferida para outro profissional sem que seja considerada toda a minha situação. A Dra. Juliana conhece meu histórico, minhas intercorrências, minhas preocupações e inseguranças. Ela se colocou à disposição para continuar nos acompanhando em seu próprio consultório, demonstrando compromisso e responsabilidade com suas pacientes.
Além disso, existe outra questão extremamente preocupante: a orientação para encaminhar gestantes ao Hospital Evangélico, na Tijuca, diante de relatos e denúncias graves que vêm sendo divulgados sobre a instituição. Nós pagamos por um plano de saúde justamente para ter atendimento digno, seguro e de qualidade, principalmente em um momento tão importante como o nascimento dos nossos filhos.
Deixo registrado que não aceito realizar meu parto nesse hospital. A Leve Saúde precisa apresentar uma alternativa segura, adequada e que respeite os direitos das beneficiárias.
Não estamos pedindo nenhum privilégio. Estamos exigindo respeito, continuidade assistencial, segurança e responsabilidade.
Essa situação já ultrapassou todos os limites do desgaste emocional que uma gestante deveria enfrentar. Não podemos continuar vivendo de incertezas a poucas semanas do parto.
Caso não seja apresentada uma solução concreta e definitiva, tomarei as medidas administrativas e jurídicas cabíveis para garantir meus direitos e a segurança do meu bebê.
Aguardo um posicionamento formal e uma solução efetiva da Leve Saúde, e não mais respostas vagas ou promessas sem resolução.
Reclamações parecidas
4Interações da reclamação
Leve Saúde respondeu
04/11/2026 às 14:05
Olá, Karine.
Recebemos a sua manifestação e realizamos o acompanhamento da sua solicitação junto à nossa equipe do Programa Gestação Segura.
Informamos que a nossa equipe especializada realizou o acolhimento do seu pré-natal e viabilizou a transição assistencial, garantindo a marcação das consultas com uma médica obstetra de referência para a condução do seu acompanhamento integral e da linha de cuidado até o parto em nossa rede própria.
Em cumprimento às normas de privacidade, sigilo médico e proteção de dados (LGPD), encaminhamos para o seu e-mail cadastrado a confirmação completa contendo o nome da profissional, as datas e horários dos agendamentos, o endereço da unidade e as orientações para o atendimento.
Permanecemos à disposição em nossos canais oficiais para qualquer suporte necessário:
Telefone: 3003-7305
WhatsApp: (11) 3003-7305
SAC: 0800-580-2382
Atenciosamente,
Equipe Leve Saúde.