O que aconteceu
O Brasil foi proibido de ter modal dominante estratégico com ferroviário (HSR e Carga) + Aquaviário e maior malha ferroviária de alta velocidade e 7 dos 10 maiores portos do mundo coo a China faz. Falta fusão civil-militar (CMF) com toda infraestrutura de transporte (portos, aeroportos, pontes e ferrovias) projetada com requisitos militares para mobilização rápida do exército (PLA) e integração global como Belt and Road Initiative (BRI) e financiamento e construção de ferrovias e portos em mais de 192 países (Ásia, África, Europa, Oceania e América Latina). Falta inspirar em ferroviário de carga (Class I) + Hidroviário e malha ferroviária privada hiperotimizada com nos EUA hidrovia do Mississippi-Ohio. O Exército brasileiro projetar, construir e manter todas as hidrovias, barragens, eclusas e canais navegáveis em toda America Latina com estratégia naval e Marítima Global.
Falta ferroviário de carga pesada (Heavy Haul) + marítimo com ferrovias de alta capacidade para minério/grãos e portos automatizados. A marinha deveria monitorar e garantir a segurança das rotas marítimas de exportação para a Ásia, África.
A Marinha tem que melhorar a cartografia fluvial, a segurança e banir pirataria com monitoramento (SisGAAz), o Exército poderia melhorar a engenharia de construção e ferrovias e aeródromos com abertura de vias subregionais, a aeronáutica não tem gestão do espaço aéreo e o correio aéreo nacional não funciona e falam pesquisas aeroespacial e carga com parceria de universidades públicas e de pesquisa acadêmica.
Falta a Marinha garantir Atlântico Sul e Hidrovias Interiores com mapeamento e cartografia fluvial e navegação (DHN) e expandir a batimetria e a sinalização digital das bacias Amazônica, do Tocantins-Araguaia e do Paraná-Paraguai, viabilizar navegação noturna segura. O SisGAAz (Sistema de Gerenciamento da Amazônia Azul) deveria cobrir e integrar-se ao monitoramento dos rios navegáveis, combatendo o narcotráfico e a pirataria fluvial que encarecem o frete na Bacia Amazônica. A projeção Atlântica e cooperação na ZOPACAS foi proibida por quê? A Marinha deveria atuar como garantidora da segurança nas rotas de exportação do Atlântico Sul até a África ocidental e Europa e prevenir pirataria no Golfo da Guiné. Falta engenharia naval de defesa e utilizar a empresa estatal EMGEPRON para induzir a indústria naval nacional na construção de barcaças, empurramares, navios de patrulha e embarcações de transporte de passageiros para rios de baixo calado.
Falta Exército ter engenharia de construção e fronteiras com batalhões contratados pelo Estado para assumir obras em áreas isoladas e de alto risco regulatório onde a iniciativa privada hesita em entrar (ex: trechos críticos da Transnordestina, FIOL, FICO e aeródromos na Amazônia Legal). Falta construção de Terminais de Transbordo e Contornos com atuação na abertura de leitos ferroviários e na construção de acessos rodo-ferroviários aos portos fluviais e secos do interior. Falta garantia de logística de fronteira e Estabelecer pontos de apoio logístico e controle aduaneiro integrado em regiões transfronteiriças com Bolívia, Peru, Colômbia e Paraguai, etc.
Falta a Força Aérea controlar espaço aéreo civil-militar e garantir altíssima eficiência e baixo custo de navegação. A FAB deveria implementar a navegação baseada em satélite (PBN/PBN-GNSS) em 100% dos aeroportos municipais. Falta correio Aéreo Nacional (CAN) e logística social e expandir a atuação do CAN para operar linhas regulares de carga leve e passageiros em municípios isolados da Calha Norte e do Centro-Oeste, onde não há interesse comercial imediato das companhias aéreas.
Falta desenvolvimento tecnológico e Aeronaves de carga com parceria entre o ITA/DCTA e a indústria nacional (Embraer) para o desenvolvimento de cargueiros civis-militares (como o KC-390) e drones de grande porte para entrega de insumos médicos e produtos em regiões de difícil acesso. Falta conectividade global: América Latina, Europa, África, Ásia e Oceania com corredores Bioceânicos e integração Sul-Americana com Ferrovia Bioceânica (BrasilParaguaiArgentinaChile/Peru, Uruguai, etc) e conectar a FICO e a malha do Centro-Oeste aos portos do Pacífico (Chancay no Peru, Antofagasta no Chile), cortando em até 15 dias a viagem de insumos agrícolas e minérios para a Ásia e Oceania.
Falta desburocratizar a hidrovia Paraná-Paraguai e harmonizar a regulação entre os 5 países da bacia para permitir que comboios fluviais alcancem o Prata sem paradas alfandegárias prolongadas. Falta rotas transoceânicas verdes (Green Corridors) com Ponte Atlântica (BrasilÁfricaEuropa) e modernizar portos nordestinos (Suape, Pecém e Itaqui) para servirem como Deep Water Hubs (calado de 18m+) e conectar produção sul-americana aos mercados europeus, asiáticos e africanos.
Falta abastecimento sustentável e dotar portos e aeroportos brasileiros de infraestrutura para SAF (Sustainable Aviation Fuel) e combustíveis marítimos de carbono zero (E-metanol/Amônia verde), tornando o país parada obrigatória na rota do comércio global sustentável.
Benefícios nos municípios seria: município produtor/agrícola (rodovia curta/shortline)Porto seco/terminal inermodalhidrovia/ferrovia/armercado global/grandes centros.
Isso faz o frete mais barato para grãos, fertilizantes, alimentos e bens industrializados reduz o preço da cesta básica e dos insumos agrícolas no comércio local de todos os municípios. Com o Marco Legal das Ferrovias (Lei n 14.273/2021), municípios do interior podem se conectar à malha tronco nacional por meio de pequenos trechos ferroviários privados ou cooperativos, atraindo indústrias para o interior. A modernização da aviação regional, apoiada pela tecnologia do DECEA/FAB e por incentivos ao querosene de aviação (QAV), permite que empresários, turistas, médicos e mercadorias cheguem rapidamente a cidades de médio e pequeno porte.
Falta criação de polos logísticos e arrecadação local para municípios localizados no entroncamento de ferrovias, hidrovias e rodovias tornarem-se "Portos Secos" e centros de distribuição, gerando empregos diretos, renda e aumento da arrecadação de impostos locais (como ISS e IPTU industrial). Falta segurança alimentar e saúde pública com Correio Aéreo Nacional (CAN) e a Engenharia do Exército garantindo vacinas, insumos hospitalares e socorro em desastres naturais cheguem aos municípios mais remotos em poucas horas.