O que aconteceu
Adquiri recentemente um ***** de um casal de idosos, pessoas idôneas, sendo que o veículo foi comprado por eles diretamente da divisão Seminovos Diamante, vinculada ao ***** no RJ. Inclusive, existe nota fiscal comprovando a compra junto à concessionária em *****.
O que mais me chamou atenção e foi determinante para a decisão da compra do veículo é que toda a comunicação da ***** sobre os Seminovos Diamante transmite a ideia de veículos com procedência diferenciada, revisões rigorosas, qualidade assegurada e inspeção dentro dos padrões ***** da marca.
Porém, pouco tempo após adquirir o veículo, comecei a perceber diversos pontos incompatíveis com essa proposta de qualidade.
Em determinadas condições de luz, é possível notar claramente sinais de repintura em diferentes pontos da lataria, com diferenças perceptíveis de tonalidade e até descontinuidade de verniz em algumas regiões da lataria. Questionei os antigos proprietários, que afirmaram não ter realizado tais retoques ou serviços de repintura durante o período em que permaneceram com o carro. Vale destacar que os proprietários anteriores rodaram menos de ***** com o veículo.
Diante disso, resolvi investigar mais profundamente e adquiri um histórico veicular do automóvel. Para minha surpresa, descobri que o veículo já pertenceu a uma *****.
Ou seja: um veículo com histórico de locadora onde normalmente o uso tende a ser mais severo foi comercializado com a chancela Seminovos Diamante, sem transparência aparente sobre esse histórico anterior.
Como não bastasse o acima relatado, o veículo apresenta outros pontos que geram preocupação quanto ao padrão de qualidade esperado para um seminovo certificado, como falha intermitente na câmera de ré problema amplamente relatado por diversos proprietários do ***** e para-brisa não original de fábrica, indicando substituição anterior.
Além disso, ao buscar informações junto à ***** sobre o histórico de manutenção do veículo e sobre a necessidade de troca do óleo do câmbio *****, a atendente me informou que as três primeiras revisões NÃO foram realizadas em concessionária autorizada, possivelmente ainda no período em que o carro pertencia à locadora.
Os antigos proprietários, por sua vez, realizaram todas as revisões posteriores na *****, possuindo inclusive notas fiscais dos serviços executados.
Fica então o questionamento:
Quais são efetivamente os critérios adotados para que um veículo receba a chancela Seminovos Diamante?
Porque, ao menos neste caso, o que se observa é um veículo com histórico de locadora, indícios relevantes de repintura, acabamento comprometido em alguns pontos e histórico de manutenção parcialmente fora da rede autorizada situação bastante diferente da expectativa criada pela comunicação da marca.
A sensação é de que o selo Seminovos Diamante acaba transmitindo uma percepção de procedência e qualidade muito superior à realidade efetivamente encontrada no veículo.
Espero sinceramente um posicionamento da concessionária e do grupo responsável sobre os critérios utilizados para certificação e comercialização de veículos nessa categoria.
Reclamações parecidas
4Interações da reclamação
Mit Rio respondeu
20/05/2026 às 17:33
Prezado, Alan Guerra
Agradecemos por compartilhar seu relato e compreendemos sua insatisfação em relação à situação apresentada.
Após verificação interna, identificamos que a aquisição do veículo mencionado não foi realizada junto à MIT RIO. Esclarecemos ainda que nossa concessionária não comercializa veículos vinculados ao selo mencionado em sua manifestação.
De toda forma, permanecemos à disposição para prestar os esclarecimentos cabíveis dentro de nossa esfera de atendimento.
Atenciosamente,
MIT RIO
Consumidor respondeu
26/05/2026 às 13:14
Obrigado pelo retorno. A reclamação estava direcionado à fábrica, mas foi automaticamente reclassificada, por eu ter citado que liguei para a MITRIO.