Propaganda enganosa e pressão psicológica para contratação de consórcio

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São Paulo - SP

31/03/2026 às 12:21

ID: 244814945

Vi o anúncio de uma casa em Sagrado coração, no valor de 140 mil reais, descrição de que aceitava financiamento com todos os bancos e no programa minha casa minha vida. Eles se intitulam uma imobiliária, porém chegando até o escritório o consultor Gabriel foi verificar a possibilidade de financiamento com a caixa econômica, disse que não foi aprovado, mas que tinha outra opção, que seria a "carta de crédito" onde faríamos um consórcio, dando uma entrada de dois mil reais e parcelas de setecentos reais em um prazo de 16 anos para quitação. E ele explicou como funcionava essa "carta de crédito" prometendo que ao firmar o consórcio eu seria contemplada na assembléia do dia 13/04, ao questionar se a contemplação seria do imóvel que tínhamos manifestado interesse, o consultor desconversou e disse que poderia ser outra casa, em outra região, ao dar continuidade ele trouxe o termo de autorização de imagem e que ninguém havia estipulado um prazo para a contemplação do bem, porém ele estava afirmando que dia 13/04 eu seria contemplada.
Após ver divergência entre a fala do consultor e o documento, não quis dar prosseguimento com o ato, pedi um momento para conversar a sós com a minha mãe, para debater a ideia e chegamos a conclusão de que não iríamos realizar a contratação do consórcio, o consultor então demonstrou muita rispidez e grosseria, dizendo que se não fechasse hoje (31/03) não teríamos aquela oportunidade novamente, começou com terror e pressão psicológica, dizendo que nunca teríamos nosso bem e que havíamos decretado em nossas vidas pagar 10 anos de aluguel. Ao questionar sobre participar da tal assembleia para ver como funcionária, o consultor disse que só poderíamos participar após o ato da entrada e que se desistisse perderíamos 20% do valor (informação essa que não foi passada antes), dissemos que não faríamos, ele começou a ficar nervoso e se alterar, fazendo mais e mais pressão psicológica, dizendo que a entrada subiria para cinco mil, dizendo que antes de conseguirmos o valor iríamos estar pagando aluguel e finalizou dizendo que tínhamos fechado a porta para realizar nossa meta de casa própria.

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