Mau atendimento e informações incorretas sobre prazo de religação da linha pela Claro

Reclamação não respondida

Não respondida

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Mogi das Cruzes - SP

17/08/2026 às 13:58

ID: 256663609

À Ouvidoria e ao Setor de "Excelência" no Atendimento da Claro
Assunto: Reclamação Formal e "Parabéns" pelo Atendimento | Protocolo: *****
Gostaria de registrar meus mais profundos e irônicos parabéns à Claro pela impecável demonstração de arrogância, desinformação e falta de profissionalismo presenciada no atendimento conduzido pela atendente Maria Eduarda, sob o protocolo *****.
Durante a chamada, além do total despreparo técnico, a atendente brindou-me com a seguinte pérola da etiqueta corporativa:
"Se não quisesse que a linha fosse cortada, tivesse pago em dia."
Como se o deboche gratuito não fosse suficiente, a auditagem da gravação revelará outros dois momentos memoráveis do atendimento da senhora Maria Eduarda:
Invenção de Prazos Fora da Lei: A atendente cravou um prazo de 72 horas para a religação da linha. Cabe lembrar à empresa que, pela regulamentação vigente, o prazo máximo para restabelecimento do serviço após a quitação é de 24 horas.
Recusa Recusada de Suporte: Na tentativa de resolver a pendência da melhor forma, perguntei se poderia enviar o comprovante do pagamento efetuado. A resposta pronta e sem qualquer disposição em ajudar foi um seco: "Não, não tem".
É admirável ver como a Claro capacita sua equipe para atuar não apenas como juíza moral da vida financeira alheia, mas também como inventora de regras próprias que desrespeitam as normas do setor.
Lembro que atrasos geram juros e multas contratuais os quais são pagos. Deboche, desinformação e recusa em aceitar comprovante de pagamento, no entanto, violam frontalmente o Código de Defesa do Consumidor e as resoluções da Anatel.
Diante desse espetáculo de péssimo atendimento, exijo:
A auditoria detalhada da gravação do protocolo ***** (atentando para o deboche, a recusa do comprovante e o prazo ilegal de 72h informado);
A devida reciclagem e reorientação da funcionária Maria Eduarda sobre as normas da Anatel e civilidade básica.

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