O que aconteceu
Venho registrar minha insatisfação com o atendimento prestado pela unidade da Av. Nove de Julho, 1410 Centro, Ribeirão Preto/SP.
Na primeira ultrassonografia realizada com a Dra. Lívia Muzzi Diniz Brito, a médica esqueceu de realizar o exame Doppler, fazendo com que eu precisasse retornar no dia seguinte para concluir um procedimento que deveria ter sido feito na mesma consulta.
Posteriormente, ao tentar acessar o resultado do exame para levar ao meu obstetra, o protocolo informado não correspondia ao resultado do exame. Precisei permanecer mais de 20 minutos em ligação apenas para conseguir o protocolo correto.
No dia 31/07 realizei um ecocardiograma fetal. Hoje, 05/08, ao acessar o portal para obter o resultado antes da minha consulta de pré-natal, constatei que apenas o exame morfológico realizado em 23/06 estava disponível.
A partir desse momento começou outro transtorno. Tentei contato por telefone e WhatsApp. Fiquei aproximadamente 30 minutos em uma ligação que caiu. Liguei novamente e permaneci cerca de 1 hora aguardando atendimento, mas a ligação caiu mais uma vez. Em uma terceira tentativa, esperei cerca de 15 minutos até ser atendida. A atendente pediu "um minuto" e simplesmente desligou a ligação.
Somente depois de todo esse tempo obtive uma resposta pelo WhatsApp informando que a Dra. Sandra Regina M. Carvalho ainda não havia liberado o laudo do ecocardiograma fetal.
Sou gestante e precisava do exame para minha consulta de pré-natal. Além da preocupação natural com a saúde do meu bebê, tive que enfrentar horas tentando resolver um problema que não foi causado por mim. Trabalho em home office e perdi praticamente toda a minha tarde tentando conseguir um atendimento e uma informação simples.
Essa é a segunda vez que enfrento problemas relacionados aos meus exames nessa unidade, sendo que ambos poderiam ter sido evitados com mais organização e responsabilidade da equipe.
Espero que a instituição reveja seus processos, tanto em relação à liberação dos laudos quanto ao atendimento telefônico e via WhatsApp, para que outros pacientes, especialmente gestantes, não passem pelo mesmo desgaste e transtorno.