O que aconteceu
Danos no veículo durante permanência no estacionamento tentativa de solução sem sucesso
No dia 22/08/2026, às 06h27, deixei meu veículo, um Audi A3, no estacionamento Park Confins, para realizar uma viagem. Retornei no dia 27/08/2026 para retirar o veículo.
Assim que me aproximei do carro, percebi que a porta dianteira direita, do lado do passageiro, estava arranhada, dano que não existia quando deixei o veículo no estacionamento.
Imediatamente procurei a equipe e solicitamos a presença do gerente da unidade Marcelo Lopes . O gerente verificou as imagens das câmeras de segurança, porém informou que, devido à quantidade/limitação das câmeras, não foi possível identificar quem causou o dano.
Na ocasião, o próprio gerente se prontificou a intervir junto aos superiores para buscar uma solução e o ressarcimento do prejuízo, solicitando que eu apresentasse três orçamentos para avaliação.
Prontamente, fiz exatamente o que foi solicitado e providenciei os três orçamentos.
Ocorre que existe uma questão técnica importante: por se tratar de um veículo prata, as oficinas de lanternagem e pintura informaram que não é tecnicamente recomendado pintar somente a porta dianteira danificada, pois pode haver diferença de tonalidade entre a peça reparada e as peças adjacentes.
Por isso, nos três orçamentos, o serviço contempla também a porta traseira e o para-lama dianteiro, justamente para realizar o processo de pintura e o ajuste de tonalidade de maneira adequada, evitando que o veículo fique com diferenças visíveis de cor.
Inclusive, estou tentando resolver a situação da forma mais razoável possível. Entrei em contato diretamente com o gerente da unidade pelo WhatsApp para saber sobre o andamento da tratativa e buscar uma solução amigável.
Entretanto, estou recebendo a negativa do estabelecimento, sob a alegação de que deveria ser realizada apenas a pintura da porta dianteira.
Considero essa justificativa inadequada, pois não fui eu quem determinou a necessidade de pintura das peças adjacentes. Trata-se de uma orientação técnica das próprias oficinas, justamente para que o reparo seja realizado corretamente e o veículo não fique com diferença de tonalidade.
Além disso, o veículo estava sob a responsabilidade do estacionamento durante o período em que permaneceu no local. Eu o entreguei em condições adequadas e o retirei com um dano que não existia no momento da entrega.
Meu objetivo não é obter qualquer vantagem, mas simplesmente ser ressarcido pelo dano causado enquanto o veículo estava sob responsabilidade do estabelecimento, mediante um reparo tecnicamente adequado e comprovado por três orçamentos, conforme solicitado pelo próprio gerente.
Dessa forma, solicito que o Park Confins reveja a negativa e dê continuidade à tratativa para o ressarcimento do reparo, considerando os três orçamentos apresentados e a justificativa técnica das oficinas para a realização da pintura das peças adjacentes.
Espero que possamos resolver a situação de maneira amigável, sem a necessidade de buscar outras medidas cabíveis.
Aguardo um posicionamento e uma solução definitiva para o caso.