Cobrança de taxa de pet não informada no check-in, constrangimento e recusa de reembolso

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Franco da Rocha - SP

10/06/2026 às 19:43

ID: 251065811

Realizei uma reserva de 3 diárias no Hotel Porto Suítes Natal por meio da Decolar. No momento do check-in, fui informado sobre alguns custos adicionais, como estacionamento e consumo do bar. Porém, em nenhum momento a equipe informou sobre a cobrança da taxa para hospedagem de pet, no valor de R$ 60,00 por dia.

No segundo dia de hospedagem, fui surpreendido pela recepção, que alegou que a taxa não havia sido cobrada por erro do funcionário que realizou meu check-in e solicitou que eu assinasse um termo para efetuar o pagamento. Me recusei, pois entendo que todas as condições e cobranças devem ser informadas previamente. Caso tivesse sido avisado no check-in, teria optado por cancelar a hospedagem naquele momento, uma vez que a taxa representa aproximadamente 40% do valor da diária.

A situação se agravou quando fui impedido de subir ao quarto, sendo constrangido na recepção diante de outros hóspedes. Diante dessa postura abusiva, fui obrigado a interromper minha estadia e procurar outro hotel de última hora, o que me gerou diversos prejuízos.

Além disso, houve problemas com roupas de cama e banho que apresentavam manchas de sangue, e a gerente do hotel chegou a insinuar que as manchas teriam sido causadas por nós, sem qualquer prova, demonstrando total falta de respeito e profissionalismo.

Em razão da conduta do hotel, tive gastos adicionais com combustível e fui obrigado a me hospedar em outro estabelecimento às pressas, pagando praticamente o dobro do valor da diária originalmente contratada.

Diante de todos os transtornos, solicito:

* Reembolso integral das 3 diárias pagas;
* Ressarcimento dos prejuízos decorrentes da mudança emergencial de hotel e dos custos extras de deslocamento;
* Um posicionamento formal do Hotel Porto Suítes Natal sobre a conduta da equipe e da gerência;
* Medidas para que outros hóspedes não passem pela mesma situação.

A falta de transparência, o constrangimento sofrido e os prejuízos financeiros causados tornaram impossível a continuidade da hospedagem. Caso não haja uma solução amigável, levarei o caso ao Procon e ao Poder Judiciário para buscar a reparação integral dos danos materiais e morais sofridos.

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