O que aconteceu
Aplicativo não funciona, telefones não atendem e WhatsApp não responde. Como a população vai conseguir atendimento médico?
É revoltante! Estou tentando marcar uma consulta médica pelo aplicativo Mais Goiano 24 Horas, mas simplesmente não consigo, porque o aplicativo não funciona. Quando tento buscar ajuda pelos outros canais de atendimento, a situação é ainda pior: mando mensagem pelo WhatsApp e não obtenho resposta, ligo para os telefones disponibilizados e ninguém atende, nem mesmo no 0800.
Ou seja, o aplicativo não funciona, os canais de atendimento não dão retorno e o cidadão fica completamente desamparado, sem conseguir sequer marcar uma consulta médica. Afinal, de que adianta disponibilizar um serviço se ele não funciona na prática?
E a minha indignação não se limita ao aplicativo. Isso é reflexo de um problema muito maior: a sucateação da rede de saúde de Goiânia. É inadmissível que a população precise enfrentar tantas dificuldades para conseguir acesso a um serviço tão básico e essencial. A saúde não é um favor que a prefeitura faz à população, mas um direito que precisa ser respeitado.
A Prefeitura de Goiânia, sob a responsabilidade do prefeito, precisa responder pela qualidade dos serviços que oferece à população. Não dá para normalizar um sistema que não funciona, canais de atendimento que não atendem e cidadãos que ficam sem solução. A gestão municipal tem a obrigação de fiscalizar, administrar e garantir que os serviços públicos funcionem adequadamente.
O cidadão paga impostos, cumpre suas obrigações e, quando precisa de atendimento médico, encontra um aplicativo que não funciona e canais de comunicação que parecem existir apenas no papel. Até quando a população vai precisar se desgastar para conseguir algo tão básico quanto marcar uma consulta?
Quero uma solução concreta para esse problema, a regularização do aplicativo e canais de atendimento que realmente funcionem. Não quero respostas genéricas ou promessas vazias: quero conseguir marcar minha consulta médica.
A população de Goiânia merece respeito. Saúde é direito, não privilégio!