O que aconteceu
Meu filho está sofrendo Bullyng por parte do corpo docente da escola e colegas.
Há 3 anos estuda nessa escola péssima. Vamos mudar de escola mas ele já não aguenta mais. Nem eu.
Pensamos em entrar com Liminar judicial solicitando Home Schooling (direto de estudar em casa), porém não sabemos se teremos tempo hábil pra receber a resposta do juiz então essa é a última tentativa de acordo amigável.
A Professora separou a sala e disse claramente: desse lado sentam as BOAS CRIANÇAS e do outro estão as MÁS CRIANÇAS Com isso incentivou e agravou maus tratos e bulliyng por parte dos alunos (sendo queprofessores são abusivos e também o fazem).
Meu filho tem TEA E TDAH e pedido de mediação escolar pois é o único ambiente que nos dá problemas.
Todos os demais ambientes só temos elogios e bom rendimento dele: no quartel onde é escoteiro, na igreja onde é coroinha e na escola de esporte que frequenta.
Ou seja precisamos URGENTE de ajuda pois ele não quer mais ir e não me sinto segura de levar ele ora um ambiente tão hostil!
Ele já foi agredido física e verbalmente mas isso a professora não relata (fico sabendo por outras mães e outras crianças e tenho provas nas minhas mensagens).
Tirei cópia da agenda escolar dele onde a Professora so reclama do comportamento dele mas não age sobre o problema. Só exclui , trata mal, e pra piorar retiraram a auxiliar que o ajudava ano passado pois entrou aluno novo que precisa e o direito adquirido do meu filho foi ignorado.
Os bilhetes da escola são controversos pois relatam que ele leva 5 aulas pra fazer um pequeno texto mas justificam que ele não precisa de apoio escolar.
Semana passada mexeu em fios de eletricidade e nos momentos de brincar fica de CASTIGO sem poder brincar com os colegas (absurdo essa prática).
Vou propor aqui algumas alternativas até findar o ano e mudarmos de escola. Vamos tentar uma solução até findar o ano.
Umas delas seria home schooling híbrido (semana ele vai pra escola e na outra estuda em casa ) .. assim não repete por falta e faz comigo em casa as tarefas já que a escola não tem condições de devolver a auxiliar retirada.
Outra coisa urgente seria conversar com a Professora e com a sala pois a mesma não pode atender o pedido feito por algumas mães de dividir a sala e maltratar os que não se comportam bem. Mei filho chega chorando em casa, pois é ignorado dentro de sala e maltratado pelos colegas.
Anexo segue documentos comprovação das minhas falas e me coloco à disposição pra esclarecimentos,bem como estou disposta a acionar um advogado caso esse assunto não se resolva . Deixar meu filho isolado e sendo maltratado so agrava a situação.
Reitero que até o fim do ano ele estará matriculado ( o home schooling seria supervisionado pela escola); ou então coloquem de volta alguém pra supervisão do menor até findar o ano ...a intenção é amenizar a situação pra ambos os lados já que está insuportável a relação entre as partes.
Proponham outra solução se tiverem... mas não excluam mais as crianças das outras, pois é direito dele se incluído e cuidado e ocorre o oposto hoje.
Como Psicóloga afirmou que o ambiente tem grande influência sobre o comportamento do indivíduo. Por esse motivo preciso de intervenção DENTRO desse ambiente, uma vez que em TODOS os demais ambientes ele só tem elogios e fica muito bem!!!
As mensagens de mães e de crianças comprovando agressões físicas estão comigo e à disposição pra mostrar à escola!
Aguardo retorno com urgência! Grata!
Obs: me refiro a unidade de Praia Grande. Meu filho está no 2o ano.
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Reclamações parecidas
4Interações da reclamação
Rede Passionista de Educação respondeu
23/09/2026 às 11:16
A Rede Passionista de Educação recebe com seriedade toda manifestação de uma família relacionada ao bem-estar e à experiência escolar de seus estudantes. Sabemos que a relação entre família e escola envolve confiança, diálogo e, especialmente quando surgem dificuldades, disposição para ouvir, compreender os fatos e buscar os encaminhamentos mais adequados.
Por essa razão, as situações que chegam ao conhecimento da Instituição são acompanhadas com responsabilidade e cuidado, considerando não apenas uma manifestação isoladamente, mas também os registros escolares, o acompanhamento realizado pela equipe pedagógica, as circunstâncias de cada situação e a necessária preservação de todos os envolvidos.
No presente caso, diante da gravidade das afirmações publicadas, a Instituição realizou a conferência das informações e dos registros disponíveis. Esse cuidado é especialmente importante porque a publicação apresenta como fatos determinadas situações que, após a verificação realizada pela escola, não correspondem ao que foi apurado.
Ao mesmo tempo, por envolver um aluno e aspectos de sua vida escolar, a Rede Passionista entende que uma plataforma pública não é o ambiente adequado para expor informações pedagógicas, registros de atendimentos, comunicações com a família ou particularidades do estudante. Preservar essas informações também é uma forma de cuidado e respeito. Isso, contudo, não impede que alguns esclarecimentos objetivos sejam prestados.
Em especial, não houve, por parte da professora, classificação ou separação dos estudantes entre boas e más crianças. A organização dos lugares em sala decorreu de estratégia pedagógica de acompanhamento da turma, sem qualquer propósito de rotular, expor ou excluir estudantes. Eventuais manifestações dessa natureza ocorridas entre os próprios alunos não representam orientação da professora e não são incentivadas ou admitidas pelo Colégio.
A Instituição mantém acompanhamento pedagógico da turma e adota estratégias de organização, mediação e apoio de acordo com as necessidades identificadas pela equipe escolar. Situações de conflito entre estudantes, quando chegam ao conhecimento da escola, são acompanhadas e, conforme as circunstâncias, tratadas pela Coordenação e comunicadas às famílias envolvidas.
O Colégio não compactua com bullying, violência, discriminação ou qualquer forma de tratamento desrespeitoso. Situações dessa natureza são incompatíveis com a proposta educativa da Rede Passionista e, quando identificadas, são objeto de acompanhamento e das providências pedagógicas e institucionais cabíveis.
Nossa atuação é norteada pelos valores humano-cristãos que fundamentam a identidade Passionista, especialmente o respeito ao próximo, a acolhida, a responsabilidade, a solidariedade e a busca pelo bem comum. Esses valores também orientam a forma como enfrentamos situações de divergência ou conflito: com diálogo, acompanhamento, registro, responsabilidade e respeito à dignidade de cada pessoa.
Reafirmamos, portanto, o compromisso da Rede Passionista de Educação com uma educação inclusiva, com a proteção e o desenvolvimento de seus estudantes e com a construção diária de um ambiente escolar seguro, respeitoso e acolhedor. A Instituição permanece disponível pelos canais oficiais para o diálogo e para o tratamento responsável das questões apresentadas, preservando o estudante e todos os demais envolvidos.
Rede Passionista de Educação
Reclamação encerrada e avaliada pelo consumidor
Avaliação do consumidor
Problema foi resolvido?NãoVoltaria a fazer negócio?NãoNota do atendimento0Além de não resolverem nem proporem alternativas pra melhorar a situação, meu filho vem sofrendo violência física de outra aluna neurodivergente que também fica sem suporte. Ontem mesmo foi impedido de participar de um momento de leitura ao ar livre pela professora e ficou na sala de aula com mais 4 alunos denominados "maus educadors". Se castigar fosse a solução as crianças não voltariam a ter comportamento inadequado... mas enfim, mudamos de escola. Falta 1 mês pra nós livrarmos dessa escola e mesmo assim a professora continua a enviar bilhetes reclamando dele ao invés de ajudar. No caderno de português colocou o tempo que ele demora e o comportamento dele... pra ele mesmk ler (tirei cópia assim como tirei xerox da agenda). No intervalo agora ele não pode mais brincar e fica com monitoria não para ajudar mas para impedir de brincar. Lamentável... não esperamos mais nada dessa instituição apenas paz pro meu filho terminar o ano e mudarmos de escola. Acreditamos na escola que ajuda o aluno a se desenvolver não nas punições constantes que afetam a auto estima e o desenvolvimento. Maus tratos não resolvem e sim propostas que viabilizem a criança um ambiente sadio pra estudar. Pra mim já teria encerrado isso mas como a professora insiste em discutir pela agenda escolar vim aqui deixar meu desabafo e meu relato final. Faço isso com medo pois sei que dentro da escola e sofre as consequências mas não posso me calar diante desse despreparo da escola. Uma pena. Esperamos que outras crianças não passem por isso.