Respondida

Péssima experiência com Remax Mairiporã na compra de imóvel: documentação, cobranças e prejuízos

REMAX Pro House

cidade: São Paulo

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O que aconteceu

Gostaria de registrar minha péssima experiência com a Remax Mairiporã na intermediação da compra do imóvel que adquiri.

Em dezembro de 2024, consegui uma carta de crédito bancária com ótimas condições. Já possuía um corretor, que se uniu à Remax para realizar a negociação. Fui informada de que toda a documentação do imóvel estava regular.

Na semana seguinte, fui pressionada a pagar R$ 5.000,00 como reserva e a assinar um contrato de compra e venda.

Após cerca de um mês solicitando a regularização dos documentos para o financiamento, fui informada de que os proprietários não possuíam toda a documentação necessária. Como solução, me ofereceram um contrato de aluguel, sem devolução do valor pago, o qual assinei por 6 meses (até agosto).

Em junho, recebi uma notificação extrajudicial me obrigando a comprar o imóvel imediatamente.

Durante todo o processo, tudo era tratado em um grupo de WhatsApp com o corretor e a Remax, inclusive todo o trâmite do financiamento TAMBÉM. Como não sou profissional da área, confiei integralmente nas orientações recebidas.

Fui instruída a buscar o maior financiamento possível para facilitar a entrada. Segui essa orientação, assinei o financiamento e realizei o pagamento da entrada.

Mesmo após isso, continuaram me cobrando aluguel, alegando que a Caixa ainda não havia liberado o valor. Ou seja: eu já estava pagando financiamento e, ao mesmo tempo, queriam o aluguel. Sempre meu lado prejudicado.

Após a assinatura do financiamento, me enviaram um aditivo contratual referente a imposto/capital de giro, me responsabilizando por esse valor, alegando que eu havia financiado mais porém, isso foi feito por orientação direta do grupo.

Sem explicação clara, com receio de perder tudo, acabei assinando.

Ressalto ainda que só fui informada sobre esse imposto/capital de giro após já ter assinado o financiamento junto ao banco.

Ou seja, quando essa informação foi apresentada, eu já estava formalmente comprometida com a operação, sem possibilidade real de voltar atrás. Sendo coagida em pagar o erro cometido da intermediação deles, como provado nunca fui comunicada ANTES, sobre este valor.

Mesmo sendo uma falha deles por não terem previsto e informado esse custo antes, tentaram me responsabilizar pelo erro, transferindo para mim um prejuízo que não foi causado por mim.

Com isso, o valor do imóvel passou de R$ 620.000,00 para aproximadamente R$ 645.000,00, gerando pagamento de juros em duplicidade:

juros sobre o valor financiado e juros sobre esse imposto, fato comprovado nas conversas do grupo.

Diante de tantos problemas, procurei uma advogada para defender meus direitos. Mesmo assim, a imobiliária e os corretores ainda se sentem no direito de me processar por um erro que ocorreu desde o início por falha na intermediação.

Fui prejudicada em todas as etapas:

* Informações incorretas sobre documentação

* Pressão para pagamentos antecipados

* Contrato mal conduzido

* Cobrança indevida de aluguel

* Aditivo confuso e prejudicial, leonino.

* Falta de transparência

* Prejuízo financeiro e emocional

Nunca recebi orientação clara, jurídica ou técnica adequada. Em nenhum momento meu lado foi priorizado. Tudo foi feito com base em confiança, que infelizmente foi quebrada. Sendo que sempre questionei, o motivo de somente meu lado se prejudicar.

Com base no Código de Defesa do Consumidor, questiono:

Se eu tivesse me recusado a assinar esse aditivo, eles iriam me retirar do imóvel? Em qual base? com um financiamento assinado posterior ao aditivo.

Esse erro não foi meu. Com provas em todas as conversas no WHATSapp, e meu espanto quando falaram.

Foi da intermediação.

E agora querem que eu assuma o prejuízo.

Após tudo isso, ainda tentam me responsabilizar por uma corretagem que surgiu exclusivamente em razão das falhas deles.

Espero uma solução justa, transparente e responsável.

O circo acabou quando a palhaça decidiu dizer: chega.

A conduta da imobiliária e dos corretores violou diversos dispositivos do Código de Defesa do Consumidor, especialmente:

* Omissão de informações essenciais

* Falha na prestação do serviço

* Indução a decisões financeiras prejudiciais

* Cobrança indevida

* Pressão para assinatura

* Transferência indevida de prejuízo

Sigo em paz e com provas e dossiê montado. Conversas, Grupo, Diversos Contrato e outros.

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Reclamações parecidas

1

Interações da reclamação

  1. REMAX Pro House respondeu

    24/02/2026 às 21:50

    Em resposta à reclamação da senhora Hemilly, cumpre esclarecer que não corresponde com a verdade, senão vejamos:

    A senhora Hemilly sempre esteve representada na negociação por corretor de outra imobiliária. Nós da RE/MAX PRO HOUSE representamos os VENDEDORES, desta forma, caso a Sra Hemilly tenha sido mal assessorada, esta reclamação deve ser dirigida à imobiliária que a representava e não à nós.

    De toda forma, esclarecemos as alegações:

    O valor de R$5.000,00 (cinco mil reais) que alega ter sido "pressionada" a pagar representa o sinal e princípio de pagamento, o que é praxe em toda transação de venda e compra;

    O aluguel mencionado, foi requerido INSISTENTEMENTE pela Sra. Hemilly, que segundo esta, precisava sair urgentemente do imóvel onde estava;

    Foi criado um grupo de whatsapp com os Vendedores, o corretor da Sra Hemilly, para discutir os trâmites da negociação e a nossa corretora foi adicionada pela Sra. Hemilly.

    O financiamento foi tratado EXCLUSIVAMENTE pelo corretor da Sra Hemilly e ela, sem NENHUMA participação da RE/MAX PRO HOUSE, portanto desconhecemos as tratativas referentes a isso.

    O aluguel cobrado da Sra Hemilly foi abaixo do valor de mercado e finalizado após o registro do financiamento, conforme dita a Lei;

    Quanto ao capital de giro, conforme confirma a Sra Hemilly, esta não tinha recursos para dar de entrada no imóvel e portanto financiou um valor maior do que o pedido pelos Vendedores, o que resultou em imposto à mais para estes e como já frisado, em nenhum momento houve orientação de nossa parte no financiamento, já que tudo foi conduzido pelo corretor da Sra Hemilly.

    Por conta do valor excedente no imposto à recolher pelos Vendedores, ficou acordado pelas partes, que a comissão dos corretores seria pago pela Sra. Hemilly e ainda, de forma parcelada para ajudá-la. Estando ela ciente e concordando com tudo, assinou Confissão de Dívida.

    Ocorre que não honrou com o combinado, deixando de pagar o que devia, razão pela qual está sendo acionada na Justiça.

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