O que aconteceu
Domichelica pode até possuir habilidades retóricas notáveis para pavonear suas competências nas assembleias, porém, a discrepância entre sua retórica e sua prática é flagrante. Como moradora do condomínio Vivaz Estação Itaquera 1, testemunhei seis meses sob sua gestão, marcados pela persistência dos problemas mais graves do condomínio sem solução à vista.
A tão proclamada melhoria é quase inexistente, enquanto Domichelica, longe de seguir os procedimentos oficiais, conduz votações de forma extraoficial. Quando os resultados não se alinham com suas vontades, manipula descaradamente para assegurar sua própria agenda. Seu comportamento é não apenas grosseiro e debochado para com os moradores, mas também revela uma inaptidão alarmante para resolver as questões prementes do condomínio, criando, ao invés disso, novos problemas.
A falta de responsividade aos questionamentos dos moradores é patente, com sua presença pessoal rarefeita e uma tendência a delegar o atendimento aos assistentes, que, como ela, parecem ser transitórios no cargo. Sua inflexibilidade, autoritarismo e arbitrariedade caracterizam sua gestão, refletida no aumento exorbitante de 30% nos custos do condomínio sob seu comando.
A escolha de uma empresa é subvertida por Domichelica, que assina contratos com outras entidades, frequentemente mais dispendiosas, sem sequer informar os custos envolvidos. Seu desagrado diante de questionamentos legítimos é evidente, revelando uma aversão à transparência e accountability.
Em suma, não hesito em desaconselhar fervorosamente a contratação de Domichelica para a gestão de qualquer condomínio, dada sua conduta inadequada e sua incapacidade flagrante de cumprir com as expectativas mínimas de competência e integridade profissional.