Experiência negativa na alta da maternidade: pressa, frieza e falta de sensibilidade

Respondida
São Paulo - SP
06/04/2026 às 15:51
ID: 245281823
Gostaria de registrar uma reclamação referente à minha experiência no momento da alta da maternidade, após o nascimento do meu filho.
Fui internada no dia 13 de março e tive alta no dia 16 de março, por volta das 14h15.
Antes de tudo, faço questão de destacar que toda a minha experiência durante a internação foi muito positiva. Fui bem atendida pela equipe e me senti acolhida e segura em um momento tão importante. No entanto, infelizmente, a experiência no momento da saída do hospital destoou completamente de todo o restante.
No dia da alta, enquanto ainda estávamos no quarto organizando nossos pertences e trocando o bebê, uma enfermeira chamada Carolina entrou acompanhada de uma funcionária responsável pelas malas. Desde o início, a abordagem foi marcada por pressa, frieza e falta de sensibilidade. De maneira ríspida, dirigiu-se ao meu marido perguntando se ele gostaria que ela trocasse o bebê, sem respeitar o momento que estávamos vivendo.
A partir desse momento, toda a condução foi feita com extrema pressa. Fomos orientados a agilizar a saída, e meu marido foi instruído a ir buscar o carro, quando, na verdade, gostaríamos de descer juntos como família e registrar esse momento tão especial com fotos. Não houve abertura ou acolhimento para esse desejo.
Desci com a enfermeira e meu bebê, enquanto meu marido foi sozinho buscar o carro. Durante o trajeto, a pressa permaneceu a profissional caminhava rapidamente, sem qualquer paciência para que pudéssemos vivenciar aquele momento com calma. Consegui tirar apenas uma foto rápida, sem qualidade, com a profissional visivelmente impaciente e com expressão fechada.
Outro ponto que me causou grande desconforto foi o fato de que, por duas ou três vezes, a enfermeira questionou se o carro era realmente nosso (esse é o carro de vocês?). A forma como isso foi colocado soou inadequada e constrangedora, especialmente em um momento tão sensível, contribuindo ainda mais para o mal-estar da situação.
Ao chegar à saída, a situação se tornou ainda mais desconfortável. Meu marido estava instalando a cadeirinha do bebê no carro um item essencial de segurança que exige atenção e cuidado. Ainda assim, a enfermeira demonstrava impaciência, chegando a questionar se ele estava lendo manual naquela hora, o que nos deixou ainda mais tensos.
Esse conjunto de atitudes pressa excessiva, postura ríspida, falta de empatia e comentários inadequados transformou um dos momentos mais especiais da minha vida em uma experiência extremamente frustrante e dolorosa. Até hoje me sinto triste ao lembrar, pois era um momento que deveria ter sido leve, feliz e cheio de significado.
Ressalto ainda que registrei anteriormente uma manifestação por meio da ouvidoria do hospital, através do site, porém não obtive qualquer retorno até o momento. Diante da ausência de resposta, senti a necessidade de formalizar novamente esta reclamação por este canal.
Reforço que minha intenção com este relato não é desmerecer toda a excelente experiência que tive durante a internação, mas sim chamar atenção para a importância do cuidado também no momento da alta. Esse é o encerramento de uma jornada muito significativa para a mãe e sua família, e deve ser conduzido com sensibilidade, respeito e empatia.
Deixo aqui meu relato na esperança de que a instituição possa orientar melhor seus profissionais quanto à importância desse momento, para que outras mães não passem pela mesma situação que vivenciei.
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Resposta da empresa
13/04/2026 às 15:33
Prezada Sra. Thamires, boa tarde!
Esclarecemos que foram realizadas tentativas de contato com os telefones informados na reclamação, porém sem sucesso.
Diante disso, colocamos à sua disposição a Central de Atendimento da Ouvidoria Corporativa através do telefone 3003-4330 de segunda a sexta das 8h às 18h para que sejam prestados os esclarecimentos necessários.
Cordialmente,
Ouvidoria Rede DOr.