O que aconteceu
Adquiri um Volkswagen Polo no final de abril de 2026, com aproximadamente 47 km registrados. No momento da compra, observei que o para-choque estava solto. A vendedora informou que seria apenas uma questão de fixação, motivo pelo qual foi concedido um pequeno desconto.
Posteriormente, ao levar o veículo para uma avaliação mecânica e realização das trocas preventivas, foi constatado que a parte inferior do para-choque estava totalmente quebrada e com diversos remendos, situação que não era visível durante a compra e só pôde ser identificada com o veículo suspenso.
Entrei em contato com o pós-venda para relatar o ocorrido, porém fui informada de que o problema seria de minha responsabilidade, sem qualquer proposta de solução.
Após cerca de 25 dias de uso, surgiu um forte ruído no sistema de ar-condicionado. Acionei a garantia e foi identificado defeito na ventoinha. Entretanto, quando a peça chegou para substituição, o mecânico informou que não seria possível realizar o reparo porque havia danos decorrentes de uma colisão anterior, comprometendo peças do radiador e principalmente a estrutura frontal responsável pela sustentação do para-choque, que estava completamente quebrada.
Ao relatar essa nova constatação à empresa, novamente fui informada de que o problema seria de minha responsabilidade. Além disso, enfrentei grande dificuldade para obter atendimento adequado do setor de pós-venda, compreender a situação e ser direcionada para a assistência responsável.
Diante dos fatos, entendo que a empresa tinha conhecimento prévio dos danos existentes no veículo e realizou reparos paliativos para ocultar a real condição da peça, comercializando o automóvel sem o devido reparo.
Estou profundamente decepcionada com a compra, pois adquiri o veículo acreditando estar em perfeitas condições de uso. Atualmente não me sinto segura utilizando o automóvel.