O que aconteceu
Gostaria de registrar a minha total insatisfação e indignação com a [LOJA de eletrônicos(302,303)], localizada dentro do Shopping Oiapoque. Adquiri uma TV de 9 polegadas[ Marca Tomate] no estabelecimento, mas a experiência se tornou uma grande dor de cabeça.
Logo após a compra, nos primeiros 10 minutos de uso em casa, a TV apresentou um defeito de fábrica: uma tarja preta no meio da tela. O aparelho não sofreu nenhuma queda, esbarrão ou arranhão. Como estava dentro da garantia, retornei à loja em outro dia para solicitar a troca. Desde o primeiro momento, os lojistas ofereceram grande resistência. Disseram que nos testes deles não havia problema e chegaram a propor o envio para o conserto, desde que eu pagasse o frete o que é um absurdo. Após muita insistência da minha parte, confirmando que o produto estava intacto, eles finalmente aceitaram fazer a troca por outra TV, más mesmo assim tive que pagar pelo envio da TV para o conserto.
O problema é que o pesadelo continuou: a segunda TV que trouxe para casa também veio com defeito. Após apenas algumas horas de uso, ela simplesmente apagou e não ligou mais.
Retornei ao shopping mais uma vez para efetuar a troca do produto inoperante. Para a minha surpresa, os funcionários se recusaram a realizar uma nova troca. A justificativa? Disseram que havia uma plaquinha "deslocada" e insinuaram mau uso. Essa plaquinha não tem absolutamente nenhuma relação com a pane elétrica que fez a TV parar de ligar totalmente. Mais uma vez, reforço: a TV não sofreu nenhuma queda, nenhum arranhão e não houve mau uso de forma alguma.
É um descaso inadmissível com o consumidor. Estou sendo penalizado com a recusa de atendimento por um defeito que claramente é do próprio aparelho (que já é o segundo a apresentar falhas graves em pouquíssimo tempo de uso).
Exijo uma solução imediata por parte da empresa, conforme me garante o Código de Defesa do Consumidor: a troca por um aparelho novo que realmente funcione ou a devolução integral e imediata do meu dinheiro.
Atenciosamente,
Maurício Denis Rodrigues