Não respondida

Assédio moral e incompetência no departamento pessoal e RH durante estágio

Solintel

cidade: Londrina

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O que aconteceu

Falta de responsabilidade ética dos chefes e supervisores, em especial do departamento pessoal e do departamento de recursos humanos. Conhecida minha estagiou e passou por isolamento e vazio organizacional, nos quais se configuram como assédio moral! Por um período e desde que entrou no estágio foi assediada moralmente pela ELIS* no departamento pessoal onde entrou para aprender, se desenvolver e se capacitar para o mercado de trabalho. A ELIS* desde o primeiro dia fez perguntas pessoais e constrangedoras, dizendo para não engravidar cedo, perguntando se a estagiária fumava (a mesma deixou claro que não fumava desde o primeiro dia mas passou o mês inteiro ouvindo comentários nas costas sobre cheiro de cigarro mesmo sem fumar), ELIS* que aparentemente não têm capacidade nenhuma de liderança e carrega uma incompetência própria simplesmente ignorava a existência da estagiária, não passava atividades, não ensinava, não supervisionava e ainda falava para outros que a estagiária "não fazia nada". Além de toda a situação inventada pela supervisora, a estagiária um dia ainda ouviu passando pela porta de reunião que só estavam esperando chegar o final do mês para mandar ela embora, uma cena patética, antiética mas que nunca é esquecida por quem passa, essa infelicidade de trabalhar em um lugar com panelinhas, com promoções com base na afinidade e não no desempenho atrapalham não somente a produtividade e a ética da empresa mas também no lucro, no resultado final, no custo do talento perdido, na imagem da empresa. A estagiária do relato no momento do desligamennto ainda teve que ouvir desculpas e pouca clareza, pois o motivo que deram simplesmente foi "departamento passando por mudanças e sem estrutura" e por fiim a manutenção de um setor improdutivo, pouco claro, antiético e ridículo profissionalmente falando. A gestora de recursos humanos tem alguma utilidade se não aplicar na prática o treinamento e desenvolvimento após o recrutamento e seleção? E o feedback e acompanhamento? E a honestidade na hora de desligar o colaborador? Aonde está o conhecimento técnico que não está sendo aplicado? Do que adianta cursos, leituras, workshops se a cultura da empresa é refletida nas pequenas ações dessas pequenas pessoas com síndrome de grandiosidade? Habilidades técnicas muitos têm, mas habilidades comportamentais e ética profissional poucos carregam. É claro que a empresa busca otimizar custos contratando estagiários e isso está extremamente correto sob a ótica da visão orientada à resultados, o problema aqui não é o modelo de contratação e sim gestores incompetentes, incapazes, improdutivos, que sequer ensinam os estagiários. A empresa segue perdendo clientes e na hora que o última linha da demonstração do resultado ser afetada, não adianta recorrer à equipe de vendas, à projeções financeiras e muito menos cobrar estagiários que ficam menos que 2 semestres na empresa. Solintel abra os olhos com os recrutadores e com os chefes de departamento, nenhum talento deve ser desperdiçado numa empresa desacolhedora na qual busca otimizar mão de obra e não desenvolve-las. O nicho já não está centralizado nesta empresa, é bom diversificar e escutar os clientes e colaboradores que reclamam muito do tratamento da solintel.

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