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Itaboraí - RJ

21/05/2017 às 18:56

ID: 26333907

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Venho através deste, relatar um fato ocorrido comigo no dia 18/05/*******. Cheguei a clínica, SUSGA DIAGNÓSTICO POR IMAGEM (unidade do Alcântara), cerca de 13h40min para realizar o exame de ressonância magnética da coluna cervical e lombar, que estava marcado para às 14h. Passei pela triagem e logo depois fui chamada para uma outra sala, onde fiquei aguardando ser chamada para realizar o exame. Enquanto aguardava, fiquei manuseando o meu celular (LG K10 dourado), após alguns minutos de espera fui chamada para realizar o exame, ao me deslocar para o local do exame, guardei o meu celular dentro da minha bolsa. Fui orientada pelo Técnico de Enfermagem, Juan, a tirar a minha roupa, colocar o roupão e guardar a minha bolsa dentro de um dos dois armários que haviam dentro daquele recinto. Um deles estava trancado com pertences de outra paciente, o outro que estava aberto coloquei os meus pertences, tranquei e fiquei em poder da chave até o término do meu exame. Finalizado o exame, voltei ao recinto onde estavam guardados os meus pertences, troquei de roupa, fui ao banheiro e me direcionei até a recepção para pegar uma declaração de comparecimento. Enquanto aguardava na recepção, abri a minha bolsa para manusear o meu celular, onde constatei que o mesmo não estava lá. Entrei em desespero e não conseguia acreditar no que estava acontecendo, pois a minha bolsa estava trancada dentro do armário e a chave ficou a todo instante sob o meu poder. Resolvi, então, retornar ao recinto onde encontram-se os armários que os pacientes guardam os seus pertences, ali chegando pude constatar que as duas chaves abriam os dois armários, ou seja, enquanto eu estava na sala de exames (cerca de 25 min), alguém que estava em poder da chave do outro armário, abriu o meu armário, mexeu na minha bolsa e furtou o meu celular. Três funcionários verificaram juntamente comigo essa informação, o Técnico de Enfermagem (Juan), o irmão do Juan (que também trabalha nessa unidade) e o Rérisson (um dos responsáveis pela unidade). O Rérisson me informou que iria verificar as câmeras juntamente à direção da unidade e me orientou a ir à delegacia para fazer o Registro de Ocorrência. Após sair da delegacia, retornei à clínica e fui atendida pela Andreia (diretora da unidade), a mesma me informou que pelas câmeras não conseguia visualizar onde eu havia colocado o meu celular, se eu realmente havia colocado dentro da bolsa, ou se eu havia esquecido em algum lugar. Indaguei a ela sobre os armários que estavam sendo abertos por duas chaves, a mesma disse que iria verificar junto a equipe de manutenção se a informação procedia, pedi a ela para que fosse junto comigo naquele momento até o local, para que eu mesma pudesse mostrá-la, assim como fiz com os outros três funcionários, porém ela se recusou. Chamei o Rérisson na frente dela e o mesmo confirmou que as duas chaves abriam os dois armários, mas a mesma continuou resistente em dizer que iria verificar com a equipe de manutenção. Pediu que eu aguardasse um contato da clínica até o dia 22/05/*******, para obter uma resposta sobre o parecer da clínica em relação ao ocorrido. No dia seguinte (19/05/*******) recebi uma ligação da clínica, onde a Vanessa (supervisora da unidade), me informou que realmente não conseguiram verificar nas câmeras o furto do meu celular (lembrando, que onde estava guardado o meu celular, não há câmeras, devido ser um local onde os pacientes trocam de roupa), então perguntei qual seria o parecer da clínica sobre as duas chaves que abriam os dois armários, a mesma me informou que foi verificado com a equipe de manutenção e essa informação não procedia. Como não procedia? Três funcionários constataram comigo essa informação. A clínica SUSGA é uma clínica renomada, onde, no mínimo, esperamos dela segurança e integridade. Posso até aceitar a falha na segurança, pois esta é feita por seres humanos e todos nós somos falhos, mas cabia à clínica reconhecer a sua falha na segurança, tomar as medidas cabíveis para que isso não ocorresse novamente e ressarcisse o paciente para que o mesmo não saísse no prejuízo, por um erro ocasionado pela clínica. Agora a falta de integridade, isso não dá para aceitar. Todos ali envolvidos, sabem exatamente o que aconteceu. Mas a clínica, pensou que a melhor forma seria mascarar a situação, fazendo com que eu, paciente, me passasse por louca ou que eu estivesse faltando com a verdade, dizendo, para mim, que a informação das duas chaves abrirem os dois armários não procedia, sendo que três funcionários ( o Juan, o seu irmão e o Rérisson) verificaram juntamente comigo essa informação.

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