Atendimento desrespeitoso no Thermas dos Laranjais Nenhum retorno da ouvidoria até hoje

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Rio das Ostras - RJ

09/05/2025 às 18:51

ID: 216707737

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No início de abril de 2025, visitei o parque Thermas dos Laranjais com minha esposa e minha filha, após uma longa jornada por outros parques na região. Em todos os locais visitados anteriormente, inclusive o próprio Thermas em um primeiro momento, minha filha foi medida e liberada para brincar normalmente nas atrações, com altura de 1,20m critério mínimo exigido pelo parque.

Contudo, por volta das 14h, após subirmos uma escada com mais de 100 degraus até uma atração, um funcionário impediu, de forma grosseira e inflexível, que minha filha participasse da atividade. Mesmo explicando que ela já havia sido medida e participado de outras atrações, ele a constrangeu publicamente e chamou o supervisor. Esperamos por mais de 30 minutos, sob sol e tensão, para que o supervisor repetisse a negativa. Minha filha chorou, minha esposa ficou extremamente abalada, e nossa experiência foi completamente arruinada.

Mesmo após comprovar com nova medição feita no próprio parque que minha filha possuía a altura necessária, ninguém do parque se responsabilizou. Pedi ao menos um reembolso proporcional ou algum tipo de compensação, mas fui informado de forma fria que já havia usufruído do parque. Como se sofrimento emocional, frustração e constrangimento de uma criança fossem irrelevantes.

Na ocasião, registrei formalmente uma reclamação com os atendentes, que anotaram meu número de telefone e garantiram retorno da ouvidoria. Até a data de hoje, 29 de abril de 2025, não recebi nenhum tipo de contato, resposta ou posicionamento oficial. Absolutamente nada.

Gostaria de destacar que o Código de Defesa do Consumidor (CDC) garante, em seu art. 6, inciso VI, a efetiva reparação de danos patrimoniais e morais. Também menciona, no art. 14, que o fornecedor de serviços responde, independentemente da existência de culpa, pela má prestação do serviço.

Além disso, há decisões judiciais favoráveis em casos semelhantes, em que consumidores foram indenizados por constrangimento e omissão por parte de empresas de lazer. Tribunais brasileiros já reconheceram o dano moral em situações onde crianças foram impedidas injustamente de participar de atividades recreativas ou passaram por constrangimentos públicos.

Diante disso, exijo um posicionamento imediato da empresa e uma compensação proporcional, seja através de reembolso, pedido de desculpas formal ou outra forma de reparação justa. Caso não tenha retorno nos próximos dias, levarei o caso aos órgãos competentes Procon e Juizado Especial Cível e também às redes sociais e canais de imprensa locais.

Estou à disposição para fornecer registros, fotos da medição e todos os demais detalhes para comprovar os fatos.

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