O que aconteceu
Nada foi resolvido. Eles recusaram identificar o homem e a mulher que me operaram. A próxima diligência será feita com a polícia.
A denúncia foi apresentada na audiência no CROSP, que me orientou a procurar a polícia para identificar o açougueiro. Em seguida, será iniciado o processo judicial.
Estou aguardando a data da próxima ressonância magnética e o diagnóstico médico para a reabilitação da língua, do maxilar e do pescoço.
Quem me operou foi um jovem forte, sem experiência, amoral e sem humanidade. Ele me mutilou física, mental e emocionalmente e vai acabar matando alguém.