O que aconteceu
Em abril de ******* conhecemos a empresa através da loja situada à *******. Centro, em Barbacena. Fomos atendidos por Anderson José de Melo Machado Oliveira, que se disse proprietário e foi quem nos atendeu durante todas as negociações.
Após analisar nosso projeto e a apresentação de orçamento, foi assinado o contrato, no dia 17/04/*******, com prazo de entrega de 60 dias úteis. Forma de pagamento: 5 cheques de R$4.*******,00, entregues na referida data.
Em meados de junho, quando fomos por acaso à loja para pedir uma amostra de cor, nos deparamos com a loja sendo desmontada e nos foi informado que estava sendo fechada.
Dois cheques já haviam sido descontados e nem um telefonema para avisar que a loja seria fechada. Ligamos imediatamente para o senhor Anderson, que informou que a loja estava sendo fechada, mas que os móveis seri am entregues no prazo previsto.
Em 19/06, apreensivos com a situação e com a data em que mudaríamos para o apartamento se aproximando, fomos a Conselheiro Lafaiete tentar conversar sobre a entrega. Ao chegarmos à loja, fomos informados que o Sr. Anderson havia ido à Barbacena. Perguntamos pelo irmão dele e sócio, Marcelo e ele também não estava lá para nos atender. Segundo funcionários, ele estaria na fáhttps://******* então à fabrica, aonde nos disseram que nenhum dos donos se encontrava lá.
Após o fechamento da loja em Barbacena, os telefonemas passaram a não ser atendidos e as mensagens ignoradas. (Tudo registrado nos aparelhos do contratante, sua noiva e da arquiteta do casal)
O prazo de entrega se findava ao dia 11/07. A primeira entrega foi agendada para o dia 29/07. Ninguém apareceu no local. Ao ser questionado por telefone, Marcelo postergou a entrega para o dia 31/07. Também não apareceu.
Foram 4 agendamentos de entrega, nos quais o contratante perdeu em vão dias de trabalho e não recebeu sequer um aviso de que não seriam cumpridas.
No dia 06/08, após muita insistência por parte do contratante foi enviado a barbacena um veículo Volkswagen Saveiro, carregado com placas de mdf, correspondentes a uma pequena parte do projeto ( metade da cozinha, sendo que o projeto incluía 3 quartos, cozinha e lavanderia). Os montadores alegaram impossibilidade de montar os móveis, por estar faltando parafusos, corrediças, portas e diversos outros materiais.
Reclamamos nas redes sociais da empresa, devido ao fato de não estarem mais atendendo os telefonemas e a página da empresa havia sido deletada. (Prints da reclamação anexos)
Em contato com o senhor Anderson, o mesmo em tom de impaciência, informou que deveríamos aguardar até o dia 23/08, que a página da loja dele pertence a ele, e que é direito dele apagar.
Desgastados e decepcionados com a situação, em ligação gravada, pedimos ao Senhor Anderson a devolução do dinheiro e o distrato dos serviços contratados, pois a situação já havia desgastado demais o casal, que terá que viver os primeiros meses de sua vida conjugal em hotel. O senhor Anderson prometeu vir a Barbacena na segunda-feira 19/08 para negociar o distrato.
Na manhã do dia 19/08 o Sr Anderson disse que não poderia devolver o dinheiro já pago, pois isso representaria um prejuízo grande em seus negócios, propôs então a devolução dos cheques em 19/10, 19/11 e 19/12, mostrando novamente total descaso com a nossa situação, que estamos na véspera do casamento e sem nenhum móvel entregue.
INACREDITÁVEL. NÃO CONFIEM. EMPRESA [Editado pelo Reclame Aqui].
Reclamações parecidas
2Interações da reclamação
Reclamação encerrada e avaliada pelo consumidor
Avaliação do consumidor
Problema foi resolvido?NãoVoltaria a fazer negócio?NãoNota do atendimento0Além de ignorar minha reclamação, Mudaram o nome da loja e continuam funcionando no mesmo lugar. Agora esses [Editado pelo Reclame Aqui]ários têm o nome fantasia de LINEA BARDI Planejados sob Medida e funcionam no mesmo local. Os donos Anderson e Marcelo, covardes que são, continuam vendendo sonhos, pegando o dinheiro dos outros e não entregando.