O que aconteceu
As penhoras judiciais estão muito elevadas. Não entendemos porque a Probabilidade de Default (PD) Trabalhista não pode ser 0%. Atrasos de salários deveriam gerar perda da Licença, bloqueio de Registro, Execução de Garantia.
Solicitamos Ação civil pública contra todos times brasileiros e os gestores que estão [Editado pelo Reclame Aqui] todo dinheiro e fazendo [Editado pelo Reclame Aqui]. Os jogadores tem que fazer vaquinha para ajudar os companheiros de times com salários atrasados. A CBF não pode fazer nada para melhorar a nível global o futebol brasileiro devido aos [Editado pelo Reclame Aqui]. Isso é colapso completo do controle de capital de giro e da governança de riscos.
O modelo orçamentário tolera a alavancagem irresponsável e a dependência de receitas incertas e não pode ter mecanismos de controle ex-ante (preventivos) com cenário virtualmente impossível no nível profissional. Onde já se viu fazer orçamento fictício e gestão por fluxo de caixa passivo? Os clubes estão projetando receitas variáveis (venda de atletas e premiações em mata-mata) para cobrir despesas fixas e recorrentes (folha salarial). A receita não entra e/ou ocorrem penhoras judiciais por dívidas antigas, por isso o caixa colapsa. A divisão do pagamento entre CLT e Direitos de Imagem (frequentemente atrasados) é usada como alavanca ilícita de liquidez. A ausência de um Fair Play Financeiro (FPF) da CBF com perda de pontos imediata força os próprios atletas a agirem como um "banco de emergência" informal.
Falta Rigor de Licenciamento e Solvência Absoluta que audita os clubes semestralmente. Para receber a licença de disputa, o clube deveria comprovar em conta que possui liquidez projetada para cobrir 100% dos custos contratuais da temporada. Atrasar salários deveria resultar em não concessão de licença, perda de pontos ou rebaixamento automático. O índice de folha sobre receita (payroll-to-revenue) deveria ser mantido em ~50% a 55%.
Falta Teto Salarial Dinâmico e Automatizado a CBF deveria calcular e impor o valor máximo que cada clube pode gastar com o elenco antes da abertura da janela de transferências. Se um clube atinge o limite, o sistema bloqueia automaticamente novas inscrições de contratos até que a conta se reequilibre.
Falta Garantia Bancária e Aporte de Acionista com fiscalização da solvência e permitir déficits operacionais apenas se os proprietários ou fundos depositarem garantias bancárias ou valores em contas de custódia (escrow) para cobrir o rombo orçado. Sem esse aporte, o clube sofre teto salarial compulsório ou rebaixamento administrativo.
As ações trabalhistas estão aumentando demais por falta de controle administrativo e financeiro. Falta licenciamento prévio rígido e teto salarial automatizado (ex-ante) com auditoria de caixa com colatera. Aratio folha/receita deveria ser de 50% limitado por cálculo individual. O tratamento da dívida possui repactuação longa (SAF/RJ) sem trava de folha e não pode ter foco na solvência de curto prazo nem abatimento obrigatório no teto salarial, nem exigência de cobertura em dinheiro (escrow). O atraso salarial deveria ser nulo com perda de licença e/ou bloqueio de sistema pela CBF.
Falta Probabilidade de Default (PD) do pagamento de salários próxima de zero. Falta fiscalização que exija Teste de Estresse de Liquidez (Cash-Flow-at-Risk) demonstrando capacidade de cobrir 100% dos custos fixos da temporada inteira antes de conceder a licença de disputa. Falta controladoria com modelo 50+1 que veda a alavancagem excessiva. Falta modelo preditivo ex-ante de Limite de Custo de Elenco Esportivo (LCPD) de modo a projetar a receita auditada do clube e subtrair o Serviço da Dívida e os custos não esportivos (saldo resultante é teto máximo permitido para a folha).
Falta controle automatizado via software corporativo. Se o clube atinge a margem de risco, o sistema bloqueia o registro de novos contratos. É matematicamente inviável assumir compromissos sem lastro de caixa. O risco de liquidez deveria ser mitigado por exigência de capital de solvência (Solvency Capital Requirement). Tem que aceitar déficits operacionais só cobertos por garantias reais ou depósitos em contas de custódia (escrow accounts). Caso o acionista não deposite as garantias bancárias exigidas para cobrir o rombo projetado, a CBF deveria aplicar teto salarial compulsório ou rebaixamento administrativo preventivo.
A garantia de solvência deveria ter teste de liquidez para 12 meses, trava de sistema Ex-Ante (LCPD espanha), depósito de colateral em Escrow.
Teto de Folha/Receita com meta progressiva de 70% (transição até 2028) é suicídio financeiro. Deveria ser definido por equação individual e/ou média de 70% (com aporte exigido).
Falta conta custodiada de reserva de emergência (Escrow) e exigir manutenção de um fundo de liquidez equivalente a 60 dias da folha salarial em ativos de renda fixa de alta liquidez, inacessível para despesas operacionais correntes. Falta vedar contabilização de receitas não garantidas (como premiações hipotéticas de fases adiantadas de copas) no orçamento do custo fixo salarial (isso não existe nas ciências financeiras e econômicas é absurdo). Falta aplicação do Transfer Ban e Perda de Pontos Automática com execução de forma estrita o canal de denúncias e as sanções desportivas da ANRESF (Agência Nacional de Regulação e Sustentabilidade do Futebol) para atrasos superiores a 30 dias, alinhando o mercado nacional ao padrão de conformidade e governança.