Não respondida

Fui cobrada por material cirúrgico negado pelo convênio e mal atendida na ouvidoria

Uniclinic Fortaleza

cidade: Fortaleza

O que aconteceu

Bom, venho deixar meu relato aqui como forma de crítica construtiva para que tenham a oportunidade de melhorar. Estive no hospital na segunda dia 14/09 por conta de uma fratura no tornozelo, fui atendida pelo médico que me encaminhou para internação por ser um caso cirúrgico (médicos foram bem atenciosos), quando cheguei no departamento de autorização de internação entreguei todos os documentos e a atendente me disse que demorava uma média de 2 a 4 h para meu convênio autorizar, até aí tudo bem, fiquei lá aguardando pois não podia andar, solicitei a atendente que assim que enviasse para o convênio me avisasse pois eu ligaria para o convênio afim de agilizar a autorização, os atendentes estavam com dificuldade de achar o material da cirurgia solicitado pelo médico e ficaram conversando sobre e chegaram a conclusão que teriam que tirar dúvida com o médico, acontece que eles estavam com medo de ir até lá pois segundo eles o médico não gostava de tirar dúvidas, e eu escutando tudo, até que tomaram coragem e foram, voltaram e a outra atendente ainda comentou ainda tem o problema do dissector e os outros concordaram, 1 h depois de dar entrada eles me avisaram que enviaram para o convênio, então liguei para lá e pedi prioridade, alguns instantes depois ao ligar novamente para o convênio fui informada que havia sido autorizado e que estava pendente apenas o material da cirurgia, então eu informei a atendente da uniclinic que confirmou a informação e eu perguntei se não podiam já liberar o leito tendo em vista que a internação já estava autorizada, porém me informaram que só liberariam quando o convênio liberasse todo o material, então aguardei mais e mais. Impaciente com a demora eu liguei para o convênio onde fui informada que havia sido autorizado placa e parafuso e o dissector havia negado solicitando uma justificativa médica detalhada ( ou seja, os atendentes sabiam exatamente o que aconteceria e não se anteciparam), eu mesmo fui até o balcão e informei que o dissector foi negado e o atendente olhou pro outro e disse: sim, foi negado, você não avisou para a paciente? Indagando o outro, que negou e me disse que a opção era fazer o pagamento pois o médico só faria a cirurgia mediante esse material, me levaram para tesouraria onde foi cobrado valor de 1800,00 aproximadamente. Achei absurdo e perguntei se era um material imprescindível para realizar a cirurgia e fui informada que sim, então solicitei que eles pedissem ao médico que fizesse um relatório detalhado justificando o uso do material e assim foi feito. Levaram um tempo novamente para encaminhar para o convênio mas foi encaminhado e foi negado novamente então eu solicitei falar com Ouvidoria pois eu solicitava que o médico refisesse , rebatesse o convênio pois segundo o hospital eles informaram que o material era imprescindível pra realização dessa cirurgia e o meu convênio estava informando que o material era de era de escolha particular do médico que dava pra realizar a cirurgia sem isso então me encaminhei pra Ouvidoria onde fui atendida pela atendente Sabrina que me disse que não tinha o que fazer que ou eu pagava ou eu podia ficar à vontade para procurar a opinião de outro médico ou seja que eu me retirasse e procurasse outro hospital, completamente sem empatia. Então depois de uma discussão entendi que não ia dar em nada e eles decidiram me internar sem autorização desse tal material (antes não podia, depois já pôde), fui internada e paguei pelo material. Uma experiência ruim que tive principalmente pela ouvidoria.

Deixo uma ressalva para os ajudantes, enfermeiras, técnicos e médicos que me atenderam que foram além de atenciosos muito humanos.

O hospital precisa revisar e fazer uma reciclagem com seus atendentes pois os usuários deste hospital sempre estão em situação vulnerável devido a traumas o que exige uma maior empatia.