O que aconteceu
Sou paciente diagnosticada com esclerose múltipla, uma doença autoimune crônica e grave. Atualmente faço uso do medicamento Tecfidera, que, infelizmente, está apresentando falha terapêutica comprovada. Como consequência, já tive uma internação em UTI e agora estou novamente hospitalizada por complicações medicamentosa.
Diante do quadro clínico e da recomendação médica, o tratamento mais indicado neste momento é o Natalizumabe (Tysabri) medicação aprovada pela Anvisa, indicada no PCDT da Esclerose Múltipla pelo SUS e com cobertura obrigatória pelos planos de saúde conforme a ANS.
No entanto, mesmo com laudos médicos, justificativas clínicas e evidências do agravamento do meu estado de saúde, a Unimed está se recusando a aprovar o medicamento, colocando minha saúde e minha vida em risco.
Reforço que a negativa de cobertura de um medicamento prescrito por profissional habilitado, especialmente quando há falha do tratamento atual, contraria a legislação, as normas da ANS e decisões reiteradas da Justiça.
Peço urgência e providências imediatas. Estou internada, lidando com consequências graves, e preciso que a Unimed cumpra seu dever de garantir meu tratamento adequado e contínuo. Não se trata de luxo ou escolha é necessidade vital.
Espero uma resposta.