Fui mal atendida em duas lojas da Vivara e não recebi retorno prometido

Não respondida
Belo Horizonte - MG
26/09/2026 às 10:37
ID: 260116817
Gostaria de registrar uma reclamação referente às experiências de atendimento que tive em duas lojas da Vivara localizadas no Shopping Boulevard, em Belo Horizonte, na última quarta-feira, no período da tarde para a noite.
Na primeira loja que visitei, fui atendida pela vendedora Bárbara e me senti bastante desconfortável com a forma como fui tratada.
Logo no início do atendimento, fiz questão de perguntar à Bárbara se os anéis disponíveis na loja possuíam as diferentes numerações, pois eu não queria criar expectativa em relação a algum modelo e, posteriormente, descobrir que não havia a numeração adequada para mim. Ela me informou que sim.
Em determinado momento, demonstrei interesse por um modelo específico de anel, que possuía uma pedra azul. Foi então que ela me informou que aquele modelo não estava disponível na numeração 12, que era a numeração que eu precisava. Em seguida, tentou me convencer a levar a numeração 14. Expliquei que não tinha interesse em adquirir uma numeração diferente daquela que eu precisava e, portanto, não concordei com a sugestão,inclusive
Além dessa situação, durante todo o atendimento tive a impressão de que minha aparência estava sendo utilizada como parâmetro para definir a maneira como eu seria atendida. Enquanto eu demonstrava interesse pelas joias, a vendedora permanecia constantemente guardando as peças, não permitindo que eu pudesse examiná-las com tranquilidade, comparar os modelos e avaliar aquilo que pretendia comprar.
A atitude me causou bastante desconforto, pois transmitiu uma sensação de desconfiança, como se houvesse receio de que eu manuseasse os produtos. Entendo perfeitamente que existem procedimentos de segurança para preservar as joias da loja e não questiono a necessidade desses cuidados. O que me incomodou foi a forma como isso ocorreu durante o meu atendimento e a sensação de estar sendo previamente julgada pela minha aparência.
Após essa experiência, fui a outra loja da Vivara localizada no mesmo shopping e tive uma experiência completamente diferente. Nessa segunda loja, fui atendida pela vendedora Kelly, que demonstrou uma postura muito mais atenciosa, cordial e madura.
Inclusive, Kelly ofereceu café, que eu recusei, mas minha amiga que estava comigo aceitou. Naquele momento, eu estava interessada em conhecer alguns modelos e, como Kelly precisou se ausentar brevemente para preparar o café, não consegui permanecer na loja até o seu retorno, pois precisava encontrar minha filha e não poderia me atrasar, já que o encontro era uma surpresa.
Antes de eu sair, Kelly solicitou meu nome e meu telefone e informou que entraria em contato posteriormente para me encaminhar os modelos disponíveis. Saí da loja acreditando que receberia esse retorno, justamente porque havia demonstrado interesse nos produtos.
Entretanto, até o momento, não recebi qualquer contato ou informação sobre os modelos.
Essa situação acabou me causando uma segunda frustração. Considerando o atendimento que havia recebido anteriormente e a diferença de tratamento entre as duas lojas, fiquei com a impressão de que novamente minha aparência ou meu traje poderiam ter influenciado a forma como fui percebida como potencial cliente, inclusive quanto à minha suposta condição financeira.
Não posso afirmar que essa tenha sido a intenção das funcionárias, mas preciso registrar que foi essa a percepção e o sentimento que as situações me causaram. É muito desagradável entrar em uma loja, demonstrar interesse genuíno pelas joias e sair com a sensação de que você foi previamente avaliada pela aparência ou pela forma como estava vestida e, a partir disso, considerada alguém que talvez não tivesse condições de realizar uma compra.
O que torna a situação ainda mais significativa é que tive, no mesmo shopping e dentro da mesma marca, a oportunidade de experimentar um atendimento completamente diferente com a vendedora Kelly: mais cordial, atencioso e respeitoso. Isso demonstra que é possível proporcionar ao cliente uma experiência agradável sem abrir mão dos cuidados necessários com os produtos.
Como cliente, acredito que tenho o direito de ser atendida com respeito, cordialidade e profissionalismo,honestidade independentemente da minha aparência, roupa ou qualquer outra característica pessoal. O atendimento deveria ser pautado pelo interesse demonstrado pelo cliente e não por uma avaliação prévia sobre sua aparência ou suposta condição financeira.
Por esse motivo, solicito que a Vivara apure os dois episódios, inclusive verificando, se possível, o atendimento realizado pelas funcionárias e o motivo pelo qual o contato que me foi prometido na segunda loja não foi realizado.
Faço questão de registrar esta reclamação porque não se trata apenas de uma compra que deixou de ser realizada. Trata-se da experiência de entrar em uma loja como cliente, demonstrar interesse pelos produtos e querer ser tratada com o mesmo respeito e consideração que qualquer outra pessoa.
Espero que a Vivara trate a situação com a seriedade necessária e reforce junto às suas equipes a importância de oferecer um atendimento respeitoso, acolhedor e igualitário a todos os clientes.
Aguardo um posicionamento da Vivara sobre o ocorrido e sobre as providências que serão adotadas.