Tratamento desigual e falta de respeito no atendimento do anfiteatro

Em réplica
São Paulo - SP
12/08/2026 às 15:14
ID: 256294213
TRATAMENTO DESIGUAL E DESCASO NO ATENDIMENTO
Venho registrar uma reclamação referente ao atendimento que recebi no anfiteatro durante uma apresentação.
Fui informada de que a apresentação seria exclusivamente destinada à comunidade escolar e, por esse motivo, não poderia assistir. Compreendi inicialmente que se tratava de uma regra da instituição. Entretanto, expliquei que aquela apresentação era muito importante para mim e solicitei, respeitosamente, que fosse aberta uma exceção. Mesmo diante do meu pedido, fui informada de que isso não seria possível.
O que considero extremamente inadequado foi o fato de, logo em seguida, terem sido abertas exceções para pessoas que também não faziam parte da escola.
Ao questionar o motivo da diferença de tratamento, fui informada de que uma das pessoas seria uma menina especial que necessitava de cuidados. Além de considerar inadequado e ultrapassado utilizar a expressão especial dessa maneira para se referir a uma pessoa com deficiência ou a uma condição de saúde, a justificativa apresentada não esclareceu por que outras pessoas que também não pertenciam à escola foram autorizadas a permanecer na apresentação.
Meu questionamento, portanto, nunca foi sobre a necessidade de acompanhamento dessa menina. O que questionei foi a falta de clareza e a aparente falta de isonomia na aplicação da regra. Se existia um critério específico para permitir a entrada de pessoas externas à escola, esse critério deveria ter sido explicado de maneira clara e aplicado de forma coerente.
Além disso, a postura dos funcionários durante o atendimento foi extremamente desagradável.
A funcionária Débora, que se apresentou como responsável pelo local, me atendeu de maneira ríspida e, em determinado momento, simplesmente me deixou falando sozinha, sem concluir adequadamente o atendimento ou demonstrar qualquer disposição para esclarecer a situação.
Também procurei o SAC para buscar esclarecimentos, mas fui novamente atendida de maneira que considero desrespeitosa. Houve inclusive uma resposta irônica por parte da atendente, que encerrou a conversa com um emoji de joinha. Considero esse tipo de atitude completamente inadequado para um canal destinado justamente ao atendimento e à resolução de reclamações.
Outro ponto que considero especialmente preocupante foi a postura do primeiro funcionário que me atendeu. Quando solicitei que minhas dúvidas fossem esclarecidas com a superiora responsável, ele informou que não poderia fazer isso porque poderia arrumar problema para ele. Essa fala transmite uma impressão extremamente negativa sobre a forma como a equipe é orientada a lidar com questionamentos e demonstra uma preocupação maior em evitar problemas internos do que em prestar esclarecimentos adequados ao público.
Não estou questionando o direito da instituição de estabelecer regras para suas apresentações. O que questiono é a forma desigual como essa regra foi aplicada, bem como a maneira desrespeitosa com que fui tratada quando tentei compreender os critérios utilizados.
Diante disso, solicito:
1. Uma explicação formal sobre quais eram os critérios utilizados para permitir ou negar a entrada de pessoas que não pertenciam à escola;
2. Esclarecimento sobre por que algumas pessoas externas foram autorizadas a assistir à apresentação enquanto meu pedido de exceção foi recusado;
3. Uma apuração sobre a conduta dos funcionários envolvidos no atendimento, especialmente Débora e a atendente do SAC;
4. Esclarecimento sobre a orientação dada aos funcionários para lidar com questionamentos e solicitações de atendimento à supervisão;
5. Uma resposta formal sobre as providências que serão tomadas para que situações semelhantes não voltem a ocorrer.
Reforço que minha reclamação não se limita ao fato de eu não ter conseguido assistir à apresentação. O que me causou indignação foi ser informada de que uma regra não permitia exceções, solicitar educadamente uma exceção e ter meu *****, enquanto, posteriormente, outras exceções foram concedidas a pessoas que igualmente não pertenciam à escola.
Uma instituição tem todo o direito de estabelecer critérios de acesso, mas esses critérios precisam ser claros, coerentes e aplicados de maneira isonômica, e o público merece ser tratado com respeito ao buscar esclarecimentos.
Aguardo uma resposta formal e espero que a situação seja devidamente apurada.
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Resposta da empresa
13/08/2026 às 11:50
Agradecemos o registro e a oportunidade de esclarecer os fatos.
A apresentação mencionada era uma atividade fechada e exclusiva da comunidade escolar, não sendo aberta ao público em geral. Portanto, a negativa de acesso à reclamante não decorreu de tratamento diferenciado, mas do cumprimento da regra estabelecida para aquela atividade.
As pessoas que permaneceram no local não foram autorizadas a participar da apresentação como visitantes externos em caráter de exceção. Tratava-se de familiares que acompanhavam uma criança matriculada na escola e que necessitava de acompanhamento familiar durante a atividade. Assim, a situação era distinta daquela apresentada na reclamação.
Lamentamos, contudo, que a reclamante tenha se sentido mal atendida. A instituição orienta seus colaboradores a prestarem atendimento respeitoso e esclarecedor e, por esse motivo, os relatos referentes à conduta dos funcionários serão avaliados internamente.
Também esclarecemos que a apresentação não fazia parte da programação aberta ao público, razão pela qual não podemos abrir o acesso mediante solicitação individual.
Reafirmamos nosso compromisso com o atendimento adequado, com critérios de acesso previamente definidos e com o respeito a todos os nossos visitantes.
Réplica do consumidor
13/08/2026 às 12:25
Não foi assim, mas de qualquer forma perdi meu dia, e não aproveitei o passeio. Fui destratada, ignorada e sofri deboches. Por tanto solicito a devolução do valor dos dois ingressos