O que aconteceu
**Apple prioriza a venda de bateria em vez da segurança do consumidor?**
Sou cliente Apple há aproximadamente 10 anos e, em 17/10/2026, compareci à loja do Shopping Morumbi, com agendamento às 13h20, para buscar ajuda com meu iPhone 13, adquirido em 2022.
O aparelho superaquece durante o uso e trava completamente. Durante o carregamento com carregador original, também aquece excessivamente. Com medo de incêndio, explosão ou queimaduras, preciso interromper o carregamento a cada 20 minutos para esperar o celular esfriar. Vivo diariamente preocupada com minha segurança e a de minha residência.
A Apple realizou um diagnóstico, mas não me forneceu uma cópia. A única solução apresentada pelo atendente foi vender uma bateria por **R$ 769,00**, alegando que a capacidade está abaixo de 80% e que a troca gratuita só ocorre se a bateria estiver estufada.
Fiquei extremamente frustrada. Procurei ajuda para resolver um problema que pode envolver minha segurança, mas saí sem solução, sem acesso ao diagnóstico e sem orientações efetivas. Tive a percepção de que a prioridade do atendimento era vender uma bateria, e não investigar o superaquecimento e esclarecer os riscos.
O Código de Defesa do Consumidor protege a saúde e a segurança do consumidor. Não considero razoável esperar que uma bateria estufe ou que ocorra um acidente para investigar um possível problema de segurança.
**Solicito que a Apple forneça o diagnóstico completo e substitua gratuitamente a bateria por uma nova e original, com 100% de capacidade, caso seja constatado que ela causa o superaquecimento.** Não quero pagar R$ 769,00 para solucionar um problema que pode comprometer minha segurança. Se a causa for outro componente, solicito o reparo adequado, sem custo quando legalmente cabível.
Após 10 anos como cliente, esperava mais responsabilidade e respeito. Quero uma solução efetiva, não apenas um orçamento, antes que aconteça um acidente.