O que aconteceu
Prezados,
Venho manifestar formalmente minha insatisfação com os valores atualmente praticados para a utilização do plano Aviva Destinos, especialmente em relação às taxas cobradas para hospedagem nos resorts.
Recentemente, solicitei um orçamento para o Terra Resorts, para o período de 18 a 25 de fevereiro de 2026, contemplando dois adultos e uma criança de 4 anos. O valor informado foi de R$ 8.614,00 somente de taxa de clube. Para o período de 18 a 23 de fevereiro, também para três pessoas, o valor apresentado foi de R$ 6.426,00.
Lembrando que conforme o plano vocês nao cobram de crianças nessa idade.
Os valores são extremamente elevados e tornam a utilização do benefício praticamente inviável. O que causa ainda mais estranheza é que, ao comparar essas condições com ofertas disponíveis no mercado, encontramos pacotes de valor semelhante que incluem, além da hospedagem, as passagens aéreas.
Ou seja, enquanto o associado paga um valor expressivo pelo acesso à hospedagem por meio do plano, uma contratação particular pode apresentar um custo-benefício equivalente ou até superior, incluindo serviços que não estão contemplados no orçamento disponibilizado pela Aviva.(voo incluso)
Qual é, então, a vantagem financeira efetiva de manter e utilizar o plano?
Entendo que um programa de associação deve proporcionar condições diferenciadas e benefícios reais aos seus integrantes. Entretanto, quando os valores cobrados se aproximam dos praticados no mercado convencional, sem oferecer vantagens econômicas claras, torna-se legítimo questionar a finalidade e a efetividade desse benefício.
Não considero razoável que o associado se depare com preços que tornam a utilização do próprio plano financeiramente desvantajosa, precisando recorrer a contratações particulares para conseguir condições mais interessantes para sua família.
Diante disso, solicito:
1. Uma revisão dos valores atualmente cobrados para a utilização do plano;
2. Um esclarecimento detalhado sobre a composição das taxas apresentadas e os critérios utilizados para sua definição;
3. Uma comparação transparente entre as condições oferecidas aos associados e as tarifas disponíveis ao público em geral;
4. Um posicionamento objetivo sobre quais vantagens financeiras concretas o plano oferece atualmente, considerando os valores praticados no mercado.
Meu objetivo é obter uma resposta clara e uma solução efetiva para essa situação. A manutenção de um plano de associação precisa fazer sentido financeiramente para o associado, e não apenas representar o pagamento de taxas elevadas sem uma vantagem correspondente.
Espero que esta manifestação seja recebida com a seriedade necessária e que a Aviva apresente esclarecimentos e medidas concretas para solucionar o problema relatado.
Atenciosamente,
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