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Azul negou meu reembolso após cirurgia e quer cobrar multa para remarcar

Azul

cidade: São Bernardo do Campo

O que aconteceu

Título: Azul nega reembolso após cirurgia de emergência e cobra multa para remarcar passagem

Comprei diretamente no site da Azul duas passagens aéreas, no valor total de R$ 2.750,00, para o trecho de Congonhas (SP) a Foz do Iguaçu, com embarque previsto para o dia 30/10/2026.

Infelizmente, no dia 24/10/2026, precisei ser internado no Hospital Brasil, em Santo André, devido a um quadro de apendicite. Em razão da urgência, fui submetido a uma cirurgia na manhã do dia 25/10 e recebi alta hospitalar no dia 26/10/2026.

Após o procedimento, meu médico não me autorizou a viajar no dia programado, devido à necessidade de recuperação pós-operatória. Trata-se de uma situação médica inesperada, comprovada por documentação hospitalar, que tornou minha viagem inviável.

Entrei em contato com a Azul, apresentei a documentação médica e solicitei o reembolso ou uma alternativa para remarcar os voos. Entretanto, a companhia negou o reembolso, alegando que ele somente seria permitido em caso de doença contagiosa.

Além disso, fui informado de que, tanto para cancelar quanto para remarcar as passagens, seria cobrada uma taxa de R$ 550,00 por passageiro, além de outras tarifas. Ou seja, para os dois passageiros, somente a taxa informada representa R$ 1.100,00, sem contar os demais valores que não foram devidamente discriminados.

Considero a resposta insatisfatória, pois não se trata de uma simples desistência ou mudança de planos. Fui submetido a uma cirurgia de emergência e estou impossibilitado de viajar por orientação médica. Não escolhi passar por essa situação e tampouco posso ignorar a recomendação do médico para embarcar.

Entendo que meu caso merece uma análise individualizada, levando em consideração a documentação médica apresentada e as circunstâncias excepcionais que impediram a realização da viagem.

Diante disso, solicito:

1. O reembolso dos R$ 2.750,00 pagos pelas duas passagens, considerando a situação médica comprovada; ou, alternativamente,

2. A remarcação dos voos sem a cobrança das multas de R$ 550,00 por passageiro e das demais taxas, em condições razoáveis;

3. A discriminação detalhada das taxas e tarifas cobradas, com a justificativa para cada valor;

4. Uma resposta formal e individualizada, e não apenas a repetição de uma regra genérica sobre doenças contagiosas.

Espero que a Azul reavalie o caso e apresente uma solução justa e razoável. Caso não haja resolução, levarei a situação ao Procon e aos demais canais de defesa do consumidor.

Aguardo retorno.