Constrangimento por divergência de preço e acusação de má-fé

Não resolvido
Curitiba - PR
15/08/2026 às 20:26
ID: 256566359
No dia 15/08/2026, estive na unidade do Balaroti da Major Heitor Guimarães, em Curitiba, para comprar algumas lâmpadas. O que deveria ser uma compra absolutamente comum terminou em uma situação extremamente constrangedora, na qual me senti exposto diante de funcionários como se estivesse tentando agir de má-fé ou passar a perna na loja.
Escolhi uma lâmpada que estava exposta na parte inferior de uma gôndola, em uma área onde havia indicação de preço de R$ 18,90. Peguei o produto, testei e fui normalmente ao caixa.
Ao passar a mercadoria, descobri que aquela lâmpada custava R$ 33,90. Simplesmente questionei a divergência entre o valor que havia encontrado na gôndola e o registrado no caixa.
A gerente Simone foi chamada e fomos conferir a exposição. Segundo ela, a etiqueta de R$ 18,90 correspondia a outro modelo e a lâmpada que eu havia escolhido estava no lugar errado. A diferença estaria na descrição da etiqueta, escrita em tamanho pequeno e localizada na parte inferior da gôndola.
Porém, existe um ponto fundamental: não havia em nenhum lugar daquela exposição uma etiqueta identificando o modelo que eu havia escolhido e informando seu preço correto de R$ 33,90.
Portanto, eu não tinha como simplesmente saber que aquela lâmpada custava R$ 33,90. O produto estava exposto em uma área com outro preço e o valor de R$ 33,90 só me foi apresentado no caixa.
Até aqui, seria apenas uma divergência que poderia ter sido esclarecida educadamente. O que realmente motivou esta reclamação foi a maneira como fui tratado pela gerente.
Eu também estava comprando outras duas lâmpadas, essas sim de R$ 8,90, e sabia perfeitamente que eram diferentes daquela que gerou a discussão. Em nenhum momento aleguei que a lâmpada de R$ 33,90 deveria custar R$ 8,90. Meu questionamento era sobre o preço de R$ 18,90 que estava indicado na área em que encontrei o produto.
Mesmo assim, Simone passou a insistir, diante de outros funcionários, no argumento de que eu sabia que aquela lâmpada era diferente das de R$ 8,90.
E foi justamente essa postura que considero extremamente ofensiva.
O argumento foi apresentado de uma maneira que insinuava que eu tinha consciência de que o preço de R$ 18,90 não correspondia àquela lâmpada e que, ainda assim, estava tentando me aproveitar da situação para pagar menos.
Em outras palavras, fui colocado diante de outras pessoas na posição de alguém que estava tentando levar vantagem sobre a loja.
Eu não estava tentando enganar ninguém. Eu estava questionando um preço.
Saber que dois modelos de lâmpada são diferentes não significa saber quanto cada um custa. Muito menos significa que eu deveria adivinhar que uma delas custava R$ 33,90 quando a própria loja não apresentava nenhuma etiqueta com esse valor para aquele produto na gôndola.
Se as lâmpadas estavam no local errado, isso é uma questão de organização da loja. Se não havia o preço correto daquele modelo exposto, isso também não é responsabilidade do consumidor.
O que considero inadmissível é transformar uma falha de exposição ou precificação em motivo para colocar a honestidade do cliente sob suspeita.
Não fui até o caixa exigindo vantagem, não troquei etiquetas, não escondi informações e não afirmei que produtos diferentes eram iguais. Apenas perguntei por que uma lâmpada encontrada em uma área sinalizada por R$ 18,90 estava sendo cobrada por R$ 33,90.
E, por fazer essa pergunta, saí da loja com a sensação de ter sido ridicularizado diante de funcionários e tratado como alguém que estava tentando dar um [Editado pelo Reclame Aqui] no estabelecimento.
Isso foi muito mais incômodo do que a diferença de preço.
Tenho o orçamento emitido pela própria loja, *****, no qual constam as duas lâmpadas de R$ 8,90 e a lâmpada em questão pelo valor de R$ 33,90.
Gostaria que o Balaroti se posicionasse objetivamente sobre dois pontos:
1. É considerada adequada a exposição de um produto sem que exista na gôndola uma etiqueta indicando seu preço correto?
2. Principalmente: é esse o tipo de abordagem que a empresa considera aceitável quando um consumidor questiona uma divergência de preço, insinuar diante de terceiros que ele sabia da situação e estava tentando se aproveitar dela?
Não estou registrando esta reclamação por causa de alguns reais. Estou registrando porque não considero aceitável ter minha honestidade colocada em dúvida e ser exposto diante de outras pessoas simplesmente por exercer o direito de questionar o preço de um produto.
Espero que o Balaroti apure o ocorrido e a conduta da gerente Simone, porque nenhum cliente deveria sair de uma loja se sentindo tratado como desonesto por ter feito uma pergunta perfeitamente legítima.
Compartilhe
Resposta da empresa
17/08/2026 às 07:53
Olá Igor, tudo bem?
Pedimos desculpas pelo ocorrido. Repassamos o seu caso para o setor responsável verificar e entrar em contato com você o mais breve possível.
Peço por gentileza que aguarde a finalização do processo para dar sua avaliação final no Reclame Aqui. Reforçamos que nosso compromisso é sempre manter nossos clientes satisfeitos.
Atenciosamente,
Equipe Balaroti
Consideração final do consumidor
23/08/2026 às 10:14
Uma semana passou e não recebi nenhum e-mail ou mensagem da empresa. Descaso total. Isso me faz acreditar que a empresa está de acordo com a atitude da Simone. Vamos ver em vias judiciais se eles vão responder.
O problema foi resolvido?

Não resolvido
Voltaria a fazer negócio
Não
Nota do atendimento
0
Consideração final da empresa
24/08/2026 às 08:01
Olá Igor, tudo bom?
Pedimos desculpas pelo transtorno e gostaríamos de poder minimizar de alguma maneira sua experiência negativa, para que assim você possa voltar a fazer negócio conosco.
Estamos abertos à todas as sugestões de melhorias.
Permanecemos à disposição.
Atenciosamente,
Equipe Balaroti