Agressão verbal e descaso de caixa.

Não respondida
Osasco - SP
28/08/2026 às 20:13
ID: 257670729
Na data de hoje, por volta das 14h50, fui passar no caixa preferencial 02 do Carrefour de Osasco, localizado na ***** Vila Yara, Osasco SP (Super Shopping).
Eu estava na fila e havia apenas um senhor à minha frente, que não me informou nada, e seus produtos já estavam na esteira. Logo depois, um homem entrou na fila atrás de mim. Aproximadamente dois minutos depois, chegou uma senhora que trabalha no mercado e passou à minha frente. Tentei relevar a situação para evitar mais transtornos, e ela alegou que já estava na fila. O homem que estava atrás de mim reclamou comigo, mas, como ela é funcionária, explicou que havia ido pegar um chiclete para a caixa e que outra pessoa havia realizado o pagamento.
Quando chegou a minha vez de passar no caixa, chamei minha mãe, pois estávamos cada uma em uma fila. O homem que estava atrás de mim não queria permitir que minha mãe passasse e, olhando para ela, disse que ela estava pulando fila. Em nenhum momento eu estava furando fila, pois eu já estava na fila e apenas chamei minha mãe para passar comigo.
Comecei a responder ao homem, pois sabia que estava correta. A caixa, aparentemente, não gostou da situação, pois não queria que houvesse tumulto, principalmente depois de ter permitido que uma funcionária passasse à frente sem que ninguém reclamasse.
Em determinado momento, o homem chegou a dizer para minha mãe que iria dar um tapa na orelha dela. Eu estava tão nervosa com toda a situação que não consegui ouvir exatamente o que ele havia dito naquele momento. Caso tivesse ouvido, teria chamado a polícia, pois considero a fala uma ameaça e uma forma de agressão verbal.
O que mais me deixou indignada foi a postura da caixa, que ouviu toda a situação e não tomou nenhuma providência. Ela apenas dizia que não precisava disso, enquanto eu estava sendo acusada injustamente de furar fila e minha mãe estava sendo agredida verbalmente. Além disso, a funcionária acabou concordando com o homem e afirmou que eu estava fazendo escândalo, sem demonstrar qualquer sensibilização diante da agressão verbal que havia ocorrido.
Quando minha mãe me contou exatamente o que o homem havia dito, fui até o atendimento para registrar uma reclamação. Porém, eu estava tão nervosa com toda a situação que não consegui escrever a reclamação de maneira adequada.
No atendimento, fui informada de que essa não era a conduta esperada dos funcionários do mercado. Quando fui registrar a reclamação, fui muito bem acolhida pelas mulheres que estavam no local, o que agradeço. Entretanto, infelizmente, essa foi a postura que presenciei por parte dessa funcionária.
Espero que o Carrefour tome as providências cabíveis em relação ao ocorrido e que a situação seja devidamente apurada. Agressões físicas, verbais e ameaças contra mulheres não devem ser tratadas como algo normal ou como uma simples discussão.
Também considero importante que os funcionários recebam treinamento adequado para saber como agir diante de situações de agressão, ameaça ou conflito, incluindo quando é necessário acionar a segurança, a gerência ou até mesmo as autoridades competentes.
Hoje, mais do que nunca, as mulheres precisam ser ouvidas, respeitadas e protegidas. Espero que essa situação sirva para que medidas sejam tomadas e para que episódios como esse não sejam tratados com indiferença dentro do estabelecimento.