O que aconteceu
Diante do silêncio absoluto e do total descaso da Casa de Saúde São José em responder à minha reclamação pública, reitero que as falhas cometidas pela instituição são graves demais para serem ignoradas.
Relembro que estou sem assistência após o cancelamento abusivo do meu exame essencial de saúde (ocorrido por omissão do Serviço Social em me fornecer suporte de alta em regime day use, ignorando o fato de eu morar sozinha, apesar de já ter feito três cirurgias de grande porte sem acompanhante). Além disso, a Ouvidoria silencia sobre o acidente sofrido nas dependências da clínica no dia 16 de junho, cujo atendimento de emergência no Pronto Socorro (com tomografia e aplicação de Tramadol na veia) foi realizado de forma clandestina, sem qualquer registro formal ou assinatura.
Caso a diretoria do hospital não apresente uma resposta formal, o agendamento da reunião solicitada e o fornecimento do meu prontuário médico integral do dia 16 de junho no prazo improrrogável de 5 (cinco) dias úteis, tomarei imediatamente as seguintes providências legais:
1. Denúncia Ética no CREMERJ contra a direção clínica por atendimento médico sem registro em prontuário e sonegação de informação médica (Infração ao Código de Ética Médica);
2. Abertura de Protocolo de Fiscalização na ANS contra o hospital e a operadora de saúde pela inviabilização e negativa de cobertura do exame ambulatorial;
3. Ação Judicial no Juizado Especial Cível (JEC) exigindo reparação civil por danos morais pela negligência assistencial e indenização por danos materiais (com o ressarcimento integral de todos os exames, consultas e medicamentos como o Vertix, que venho custeando sozinha para tratar as sequelas de vertigem e perda de epiderme decorrentes do acidente).
O prazo está correndo. Aguardo o contato formal de um responsável que tenha alçada para resolver o problema, e não de respostas automáticas.