O que aconteceu
Minha mãe é beneficiária de um plano de saúde administrado pela CASSI e venho enfrentando uma via-crúcis para obter o reembolso de um serviço de instrumentação cirúrgica essencial (referente ao implante de marcapasso realizado em caráter de urgência em junho de 2026).
Após meses de espera, abertura de múltiplos protocolos de atendimento e orientações desencontradas dadas pelos atendentes da própria central (que ora solicitam códigos, ora indicam preenchimentos que depois são sumariamente devolvidos sob alegações burocráticas), o processo continua sem solução. Em contato recente com o setor financeiro da operadora, fui informado de que o reembolso foi negado porque os códigos enviados pelo hospital na autorização não coincidiriam exatamente com os descritos na nota fiscal e no descritivo cirúrgico.
É inaceitável que o beneficiário seja penalizado por uma divergência administrativa interna ou de envio de dados entre a CASSI e o hospital credenciado (Copa D'Or). O erro de codificação e envio de guias é uma questão que compete exclusivamente à rede de saúde e à operadora resolverem entre si, e não ao consumidor, que cumpriu rigorosamente com todas as exigências, apresentou nota fiscal idônea e documentação médica completa.
Exijo uma solução definitiva para o pagamento do reembolso devido, bem como um canal de alinhamento interno entre a CASSI e o hospital para sanar essa divergência burocrática de códigos, cessando o jogo de empurra-empurra que já se estende por meses.