O que aconteceu
Contratei as maquininhas da Cielo em abril de 2026 após negociação realizada com um representante da empresa pelo WhatsApp.
Na proposta comercial enviada em 26/03/2026, foram informadas expressamente as seguintes condições:
* PIX isento até 31/05/2026 e, a partir de 01/06/2026, taxa de 0,49%;
* isenção de aluguel para 2 maquininhas;
* demais taxas de débito e crédito também foram informadas;
* quando questionei por quanto tempo as taxas seriam mantidas, o representante respondeu que seriam garantidas por 1 ano, com contrato pra garantir as taxas ofertadas.
Porém, desde o início começaram a aparecer cobranças de aluguel.
Em abril, foi lançado aluguel de R$ 31,06. Em maio, R$ 240,00. Em junho, R$ 240,00. Em julho, novamente R$ 240,00.
Ou seja, foram identificados R$ 751,06 em cobranças de aluguel.
Minha movimentação também foi muito superior a R$ 20 mil nos meses documentados:
Abril: R$ 48.409,35 em vendas brutas;
Maio: R$ 58.652,68;
Junho: R$ 42.987,32;
Julho: R$ 20.327,27.
Total de R$ 170.376,62 em vendas brutas entre abril e julho.
Mesmo assim, o aluguel continuou sendo cobrado.
Eu reclamei diversas vezes com o representante da Cielo. Em 10/07/2026, após nova cobrança, solicitei inclusive a retirada das máquinas e deixei claro que aquilo não correspondia ao que havia sido acordado.
Em 14/07, questionei novamente o estorno dos aluguéis e o representante informou que o estorno já havia sido aprovado, mas que ainda não havia prazo.
Em 28/07, ele informou novamente que o estorno havia sido aprovado e que havia solicitado a agilização.
Mesmo assim, em 12/08/2026 eu ainda informei que o estorno não havia sido realizado e que já havia solicitado a devolução das máquinas.
Além do problema do aluguel, também houve problema com a taxa do PIX.
A proposta enviada pela Cielo estabelecia PIX de 0,49% a partir de 01/06/2026. Durante a relação comercial, porém, eu identifiquei cobrança de 0,99% e comuniquei o representante, solicitando a correção. O problema não foi resolvido de forma satisfatória.
Por fim, depois de todo esse histórico e após a devolução das máquinas, recebi uma cobrança da própria Cielo no valor de R$ 113,90, apresentada como acordo para quitar seus débitos e ficar em dia com a Cielo.
Não reconheço esse valor como devido sem que a Cielo demonstre exatamente sua origem.
Diante disso, solicito:
1. O detalhamento completo da cobrança de R$ 113,90, informando exatamente a origem, período, serviço, lançamento e memória de cálculo;
2. A revisão de todas as cobranças de aluguel realizadas durante o período em que utilizei as máquinas, considerando as condições comerciais apresentadas na contratação;
3. A confirmação dos estornos já realizados e o pagamento dos valores de aluguel que ainda não tenham sido estornados;
4. A revisão de todas as transações PIX realizadas a partir de 01/06/2026, considerando a taxa de 0,49% apresentada na proposta comercial, com devolução de eventual diferença cobrada;
5. A baixa de eventual saldo que tenha sido gerado exclusivamente por cobranças que não correspondam às condições comerciais contratadas;
6. O envio de um demonstrativo final da conta, deixando claro se existe algum valor efetivamente devido após todos os ajustes e estornos.
Tenho os prints da proposta comercial, das conversas com o representante, dos lançamentos de aluguel, do faturamento mensal e das cobranças, e posso apresentar toda a documentação necessária.
O que solicito é apenas que a Cielo faça a conferência de todo o período, cumpra as condições comerciais apresentadas e demonstre de forma transparente a origem de qualquer valor que alegue estar em aberto.
Solicito também que, até a conclusão da análise e apresentação da memória de cálculo, não sejam realizadas medidas de cobrança ou negativação referentes ao valor de R$ 113,90 que estou contestando.