O que aconteceu
Imagina sofrer VIOLÊNCIA DOMESTICA, DENUNCIAR, TER UMA MEDIDA PROTETIVA E O SEU AGRESSOR TE INTERNAR A BASE DE FORCA E VIOLÊNCIA, e o médico plantonista não levar em conta seus hematomas, machucados graves, o BO e a medida protetiva que você apresentou e te internar a força?! Sim, eu depois de 2 anos sofrendo violência doméstica resolvi denunciar e pra me calar, me silenciar e dar tempo de "consertar" as coisas para não perder o emprego que inclusive é num grande hospital e com cargo de confiança. Com laudos falsos, após eu apresentar pro médico todos os recentes hematomas da violência que sofri ao ser levada a força para a clínica e solicitar uma ligação para a PM as 4 da manhã, ele levou em consideração o quão bom meu convênio médico é, e foi o suficiente para me internar. Eu liguei para a PM e quando a PM chegou eles disseram que não havia nenhuma ocorrência enquanto eu tentava gritar pros policiais ouvirem, quando fui contida por 2 enfermeiros e levada a força para a UNIP's 2 e fui amarrada com uma perna em cada pé da cama e cada braço em um canto da cabeceira. Fiquei de braços e pernas abertas amarrada, cheia de machucados prévios e que só piorou devido a ficar quase 20 horas amarrada. Não pude ir ao banheiro, menstruei e fiquei suja até que eles resolveram me soltar pelo fato de eu não abrir a boca pra nada. Eles mentiram pra minha mãe e disseram que eu agredia equipe de enfermagem. Eu tenho uma doença cerebral grave e fiquei tantos dias sem minha medicação que tive um mini AVC. Os pacientes que me socorreram enquanto o enfermeiro (*****) olhava parado, como se eu estive fingindo estar tendo um derrame. Me negaram várias vezes entrar em contato com a delegacia da mulher ou com a PM. Me negaram exame de corpo de delito. Meu dedo foi quebrado, e mesmo sendo avaliado pelo médico diretor da clínica e pelo exame físico ter constatado uma fratura e um edema grave no músculo da perna, me negaram ir a um hospital. Passei mal várias vezes, senti muita dor muitas vezes e eles se negavam me levar para ter atendimento adequando já que lá não tem estrutura para nada além de amarrar qualquer paciente que fale mais alto. Eu sofri assédio sexual por uma senhora no banho, onde as portas dos banheiros são obrigadas a ficarem abertas. Sofri também assédio sexual por um paciente grave, que tem diagnósticos graves e tendências pedófilas e segundo ele mesmo, dificuldade em controlar a sexualidade gerando [Editado pelo Reclame Aqui]. Ele disse isso num grupo.Por mais de 20 dias implorando para que me dessem alta e colaborando com os absurdos deles, o médico disse na minha cara que não, eu não iria sair pro aniversário da minha bebê de 2 anos pois eu não tinha condições de criar minha filha. Eu tenho um filho de 13 anos que criei sozinha e que é muito mais homem ele. Nesse momento eu joguei o computador no chão e tive um surto de choro. Mesmo apenas chorando e sem causar qualquer risco para terceiros, me conteram, me obrigaram a tomar injeções da qual sou alérgica e me transferiram para UNIP's 1 onde eu não podia sair nem para fazer as refeições e pior, ao lado do homem e da mulher que me assediou. O homem chegou a passar a mão nas minhas partes íntimas. Eu fui obrigada a dormir literalmente do lado deles, cama colada com cama. Sendo dopada a ponto de não conseguir falar. Um lugar que não respeita o ser humano. Todas as patologias juntas. Nenhuma atividade terapêutica. Comida era regrada, além de ser servida em bandejas como em cadeias, sem o direito de usar um prato ou talhes, nem que fossem de plástico, apenas colheres e 100% das vezes sujas, tanto as colheres quanto as bandejas. Comíamos ovos e salsicha e quando não faltava. Não era ofertado frutas. Café da manhã e café da tarde era pão com manteiga e café com leite. Alimentação pior que uma [Editado pelo Reclame Aqui] com certeza. Meu dedo por falta de tratamento ficou deformado.Eu vivi literalmente presa, dormindo com 8 pessoas no mesmo quarto.Quando tinha vaga, liberavam para ir para um quarto com 3 pessoas que mais parecia um cubículo de tão apertado. *****, *****, saibam que o processo que eu prometi será cumprido e Vcs vão pagar o [Editado pelo Reclame Aqui] q cometeram contra mim. Nunca apresentei qualquer risco para mim ou pra outrem e vocês me obrigaram a tomar injeções, uma delas previamente dito que sou alérgica. Se não tomasse as medicações era amarrada. Se falasse mais alto, era punida ou amarrada. Existe uma lei onde está explícito que o paciente não é obrigado a aceitar medicação ou tratamento, visto que não estive em surto psicótico, e tenho muitas testemunhas, não apresentei em nenhum momento risco pra mim ou pra outrem. Vocês dopam os pacientes apenas. No dia seguinte, as lesões eram tão nítidas que a enfermeira tirou fotos, fotos essas que vcs me impediram de ter acesso. Mas eu tenho fotos que tirei momentos antes de ser internada. Internada por uma pessoa que estava proibida, pela lei de ultrapassar 300m de mim e vocês não fizeram nada no momento em que ele me levou pra clínica, como foram coniventes em acobertar um [Editado pelo Reclame Aqui] e me silenciar me impedindo de ter meus direitos básicos como exame de corpo de delito. Assistente social ***** vai ser processada criminalmente por dar ordem de me amarrar em qualquer situação em que eu não colaborasse. A clínica vai responder criminalmente por ser cúmplice e conivente de lesão corporal, tentativa de feminicidio, cárcere e omissão de socorro. Fora muitos outros [Editado pelo Reclame Aqui] que vamos deixar com meu advogado. Infelizmente, depois do [Editado pelo Reclame Aqui] que vocês ajudaram a cometer, estou com depressão, crise de pânico e ansiedade. Estou primeiro tentando me tratar de tamanha violência e assim seguirmos com o processo. Deixo aqui meu relato, para que vocês saibam e todos os outros que a clínica Vera Cruz é um expurgo humano e [Editado pelo Reclame Aqui]. Mas que sim, vocês vão pagar por isso.