O que aconteceu
Gostaria de manifestar minha profunda insatisfação e indignação com os valores cobrados nas minhas últimas faturas de energia elétrica, que considero completamente incompatíveis com a realidade do meu consumo.
Moro sozinha, sou estudante universitária em período integral e passo a maior parte do dia fora de casa. Tenho hábitos extremamente econômicos, mantenho as luzes apagadas sempre que possível e os únicos eletrodomésticos que permanecem conectados à tomada são a geladeira e a máquina de lavar, sendo esta utilizada apenas quando necessário.
Diante dessa realidade, considero injustificável receber faturas de R$ 335,04 em setembro e R$ 439,44 em outubro de 2026, especialmente considerando que, em meses anteriores, os valores chegaram a ser de R$ 91,13, R$ 96,46 e R$ 108,92.
Como justificar um aumento tão expressivo se minha rotina e meus hábitos de consumo não sofreram alterações significativas?
Essa situação ultrapassou os limites de um simples transtorno financeiro. As cobranças estão afetando diretamente minha tranquilidade e minha saúde mental, gerando ansiedade, preocupação e desgaste emocional. Como estudante, tenho responsabilidades acadêmicas e financeiras, e não considero aceitável ter que lidar com valores aparentemente desproporcionais sem uma explicação técnica clara.
Solicito formalmente:
1. Revisão detalhada das faturas dos últimos meses, especialmente maio, julho (nem fiquei em minha casa, estava de férias visitando familiares), setembro e outubro de 2026.
2. Verificação do medidor de energia e da regularidade das leituras realizadas.
3. Apresentação do histórico de consumo em kWh, com justificativa técnica para os aumentos identificados.
4. Correção de eventuais cobranças indevidas e restituição dos valores pagos a mais, caso sejam constatadas irregularidades.
5. Resposta formal e fundamentada sobre a situação.
Não estou me recusando a pagar pelo que efetivamente consumo. Estou exigindo o direito de pagar apenas pelo consumo corretamente apurado.
Caso não receba uma solução satisfatória, pretendo buscar as medidas administrativas e legais cabíveis, incluindo reclamação junto à ANEEL, ao Procon e, se necessário, aos órgãos judiciais competentes.
Aguardo uma resposta e uma solução efetiva.