Não respondida

Meu microinversor Deye está em análise há meses e não tenho solução

Deye Inversores

cidade: Marabá

O que aconteceu

Enviei meu microinversor solar da marca Deye para a assistência técnica no dia 29/07/2026 e, até hoje, não tenho uma solução para o problema.

Toda vez que entro em contato, a resposta é sempre a mesma: o equipamento está em análise. Porém, não apresentam uma solução, não informam uma previsão concreta de conclusão e não demonstram qualquer iniciativa para resolver a situação.

O mais revoltante é que já passamos pelo mesmo problema no ano passado. Agora, estamos enfrentando novamente o mesmo desgaste, o constrangimento e os prejuízos financeiros por ficarmos sem gerar a energia solar que nosso sistema deveria produzir.

Enquanto o microinversor permanece parado na assistência, continuamos sofrendo as consequências da falta de geração de energia. Estamos tendo prejuízos e perdendo tempo tentando resolver uma situação que deveria ter sido solucionada há muito tempo.

Vale lembrar que o artigo 18 do Código de Defesa do Consumidor prevê, em regra, o prazo máximo de 30 dias para sanar o vício do produto. Caso o problema não seja resolvido nesse período, o consumidor pode exigir as alternativas previstas na lei, como a substituição do produto, a restituição do valor pago ou o abatimento proporcional do preço, conforme o caso.

O equipamento foi enviado em 29 de julho de 2026 e esse prazo já foi ultrapassado. Não é aceitável que o consumidor fique aguardando indefinidamente, recebendo sempre a mesma resposta de que o produto está em análise.

A Deye precisa entender que, por trás de um equipamento parado, existe um consumidor tendo prejuízos financeiros reais. Não compramos um microinversor para ficar meses sem utilizá-lo, muito menos para enfrentar o mesmo problema repetidamente, sem uma solução definitiva.

Diante disso, quero uma resposta concreta e uma solução definitiva para o meu caso, com prazo real para resolução. Não aceito mais respostas genéricas nem justificativas de que o equipamento continua em análise.

Caso a situação continue sem solução, buscarei meus direitos junto ao PROCON e aos demais órgãos competentes, inclusive quanto aos prejuízos financeiros comprovados decorrentes desse problema.

Deye, até quando o consumidor terá que esperar? Queremos uma solução, não mais uma justificativa!

O mais revoltante é que já passamos pelo mesmo problema no ano passado. Agora, estamos enfrentando novamente o mesmo desgaste, o constrangimento e os prejuízos financeiros por ficarmos sem gerar a energia solar que nosso sistema deveria produzir.

Enquanto o microinversor permanece parado na assistência, continuamos sofrendo as consequências da falta de geração de energia. Estamos tendo prejuízos e perdendo tempo tentando resolver uma situação que deveria ter sido solucionada há muito tempo.

Vale lembrar que o artigo 18 do Código de Defesa do Consumidor prevê, em regra, o prazo máximo de 30 dias para sanar o vício do produto. Caso o problema não seja resolvido nesse período, o consumidor pode exigir as alternativas previstas na lei, como a substituição do produto, a restituição do valor pago ou o abatimento proporcional do preço, conforme o caso.

O equipamento foi enviado em 29 de julho de 2026 e esse prazo já foi ultrapassado. Não é aceitável que o consumidor fique aguardando indefinidamente, recebendo sempre a mesma resposta de que o produto está em análise.

A Deye precisa entender que, por trás de um equipamento parado, existe um consumidor tendo prejuízos financeiros reais. Não compramos um microinversor para ficar meses sem utilizá-lo, muito menos para enfrentar o mesmo problema repetidamente, sem uma solução definitiva.

Diante disso, quero uma resposta concreta e uma solução definitiva para o meu caso, com prazo real para resolução. Não aceito mais respostas genéricas nem justificativas de que o equipamento continua em análise.

Caso a situação continue sem solução, buscarei meus direitos junto ao PROCON e aos demais órgãos competentes, inclusive quanto aos prejuízos financeiros comprovados decorrentes desse problema.

Deye, até quando o consumidor terá que esperar? Queremos uma solução, não mais uma justificativa!