Idosos: Cuidado com as quedas!
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Idosos: Cuidado com as quedas!

Atualizado em: 11/11/2020

O Brasil tem mais de 28 milhões de idosos (pessoas com 60 anos ou mais), representando cerca 13% da população do país. Segundo estudos do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), esse percentual tende a dobrar nas próximas décadas, em consequência da diminuição das taxas de fecundidade e o aumento da expectativa de vida.

Para que os idosos tenham qualidade de vida, é importante ter cuidado com a saúde e atenção redobrada no dia a dia. Incidentes que passariam despercebidos no passado como tombos e quedas, depois dos 60 anos, podem ser comuns e devastadores. Segundo estimativas, um em cada três pessoas com mais de 65 anos sofrem uma queda por ano e entre os idosos com 80 anos ou mais, cerca de 40% a cada ano.

Fatores de risco:

• Idade avançada, principalmente após os 80 anos;
• Histórico prévio de quedas;
• Imobilidade;
• Dificuldades para andar;
• Confusão mental;
• Diminuição da visão;
• Fraqueza muscular de membros inferiores;
• Pouco equilíbrio;
• Atividades e comportamentos de risco;
• Ambientes inseguros;
• Doença de Parkinson. 

Se você é idoso ou convive com um, atente-se a alguns detalhes que podem ser primordiais na prevenção contra as quedas:

• Tenha uma alimentação rica em cálcio e vitamina D;
• Faça exercícios de equilíbrio;
• Tome sol diariamente;
• Evite andar só de meia;
• Use sapatos com antiderrapante;
• Em casa: elimine objetos que possam provocar escorregões, como tapetes na cozinha; mantenha os ambientes bem iluminados; organize os móveis de forma que o caminho fique livre; não suba em cadeiras ou caixas; instale suportes de apoio nas paredes do seu banheiro e corrimãos em escadas.

Cuide da sua saúde ou de quem você ama!

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11/11/2020

Isolamento social e a importância da terapia

A pandemia mundial causada pelo novo Coronavírus mudou a vida das pessoas de forma rápida e inesperada. A alteração na rotina, os novos hábitos de higiene, o excesso de notícias negativas, as incertezas sobre a doença, os impactos econômicos, somados ao distanciamento social e ao medo de contrair a Covid-19 são fatores de risco que podem influenciar diretamente na saúde mental. De acordo com pesquisas da UNICAMP e Fiocruz, quase 30% dos moradores do estado de São Paulo começaram a ter dificuldades para dormir e para 39%, ficar deprimido ou triste virou algo corriqueiro. Cerca de 60% das mulheres afirmaram sentir ansiedade com frequência, enquanto a porcentagem dos homens ficou em 40%. A ansiedade e estresse podem impactar a vida de uma pessoa de diferentes formas. Conheça alguns sinais comuns: • Aumento dos batimentos cardíacos; • Aumento do cortisol que eleva a probabilidade de infarto, AVC, pressão alta, depressão e ansiedade; • Cansaço e falta de energia; • Aumento do uso de substâncias como remédios, cigarro, álcool e drogas; • Falta de ar; - Sentimentos de raiva, preocupação, medo, tristeza e culpa; • Desânimo e irritação; • Alterações no apetite e no sono; • Dificuldade de concentração. • Irritabilidade. As pessoas mais vulneráveis ou que às vezes não conseguem se expressar tão facilmente, como as crianças, idosos e pessoas portadoras de deficiência, podem ficar mais agitadas, zangadas, ansiosas e retraídas. Cuidar da saúde mental é muito importante, principalmente nessa nova realidade em que os sentimentos podem ficar mais aflorados. Tenha equilíbrio entre o trabalho e o lazer, faça atividades físicas e exercícios de relaxamento e tente manter uma rotina. Caso sinta necessidade, procure um psicólogo - o profissional ideal que vai te ajudar a passar por esse momento da melhor forma. Atualmente, o atendimento com esse especialista pode ser feito até mesmo online.

11/11/2020