Risco a Vida.

Não resolvido
Amparo - SP
12/04/2017 às 00:40
ID: 25497803
Essa reclamação possui mais de 3 anos e não está mais sendo contabilizada no índice da empresa
Ver todas ReclamaçõesDia 09 de março de ******* realizamos check-in no Resort Enotel Acqua Club em Porto de Galinhas / PE. Eu Adriana Luque, meu esposo Edson Balak Luque, meu filho Vitor de 1 ano e 9 meses, juntamente com meus sogros Edison Cuti Luque e Ivone Balak Luque.
Iniciamos nossa estadia com duração de 7 diárias, tendo como data de retorno dia 16 de março de *******.
No ato do check-in já verificamos falhas, o meu quarto e o dos meus sogros não eram nada próximos, sendo que, no ato da aquisição dos pacotes, foi solicitado que os quartos fossem juntos para facilitar a família como um todo, por conta de nosso bebe, o proposito de termos os quartos próximos era termos o apoio e a participação dos avós junto a nós nesta primeira viagem com uma criança pequena, pois, seria a primeira experiência de uma viagem mais longa e para um resort com nosso filho.
Nosso primeiro quarto o de nº ******* no térreo, com a varanda de frente para a piscina, o de meus sogros ficou no 4º andar na outra ponta do Hotel nº *******. Na recepção alegamos o fato de termos confirmado antes essa reserva, no entanto fomos informados de que não havia outra disponibilidade, por fim, acabamos concordando em permanecer com este quarto, já que não tinha outra opção.
Durante o check-in a recepcionista que estava nos passando às informações do resort, não tinha certeza das informações que ela passava, e diversas vezes confirmava as informações com outro funcionário, e toda vez que perguntávamos informações sobre áreas do resort, locais de apoio aos pais como a Copa Baby, os restaurantes temáticos, horários de funcionamento dos bares e restaurantes, ela não soube nos responder e só nos entregou um mapa, ou melhor, um desenho da área do resort, mas que não tinha nenhuma informação das áreas comuns, era um simples desenho do complexo que havia sido tirada uma xerox colorida de algum outro folheto. Enfim concluímos o check-in cheio de dúvidas, mas mesmo assim autorizamos a entrega das malas nos quartos
Informamos que estávamos com uma criança de 1 ano e 9 meses e que precisaríamos ter leite, frutas para retirarmos a vontade, foi nos informado a Copa Baby, a qual posteriormente fomos visitar, e já nesse momento tivemos um stress, pois, nosso cartão não abria a porta. Um outro hospede estava chegando na copa, e fez a gentileza de abrir para nós, e nos informou que a recepção teria que ter dado acesso ao cartão e isso era feito somente na recepção, verificamos que os itens não eram abastecidos com frequência, não tinha leite disponível por varias vezes, questionamos na recepção e fomos informados que teríamos de esperar o leite ser reposto, pois eles não poderiam disponibilizar o leite para levar para o quarto. Achamos um absurdo e começamos a levar garrafinhas aos restaurantes e armazenar leite para poder amamentar a criança durante a noite.
Ao chegar no quarto, tivemos uma boa impressão, quarto amplo, boas camas, e com uma varanda de frente para a área de piscinas, mais especificamente em frente ao Rio Lento. No entanto, começaram os problemas do 1º quarto, quando fui verificar a porta da varanda, a mesma não travava, e meu filho facilmente conseguia abrir e fechar a porta da varanda de frente para piscina, a nosso ver algo simples de resolver, ao sair de nosso quarto para pedir que a trava fosse arrumada, nos deparamos com uma equipe de manutenção no corredor do nosso quarto, comentamos com eles o ocorrido, pediram para entramos em contato com a recepção e informamos o problema, a mesma nos informou que não havia e que não poderiam fazer nada, que deveríamos nos dirigir a recepção.
Meu sogro tão prontamente soube do nosso problema no quarto, solicitou junto a recepção a manutenção, e o Enotel sugeriu para ser mais rápido, a mudança de quarto, que em meia hora, tinha outro quarto disponível e razoavelmente perto do quarto dos avós. Mudamos para o quarto *******, no 3º andar , Já se passavam das 18:00 e adentrávamos a este quarto, no entanto a mesma porta de varanda não travava, o mesmo problema do quarto anterior, só que agora o perigo era maior, pois, estávamos no terceiro andar e meu filho conseguia abrir a porta da varanda, como eles podiam nos mudar de quarto sem fazer uma vistoria se o mesmo estava preparado para nos receber, liguei na recepção e fui informada que somente era feita manutenção durante o dia, mas que assim que acordássemos poderíamos solicitar novamente o reparo, claro que não ficamos nem um pouco confortável, pois, estávamos no terceiro andar, retirei todas as cadeiras e mesa da sacada, coloquei dentro do quarto, fizemos uma espécie de “barricada”. Saímos para nosso 1º jantar frustrados, nervosos e extremamente preocupados, com a noite que teríamos. Chegamos a solicitar a mudança de quarto, ou alguma providencia, mas mais uma vez a recepção informou que o resort estava lotado e que estaria verificando a possibilidade de uma nova mudança, e que assim que possível estariam fazendo a alteração. Informamos não querer mudar de quarto e sim que alguém da manutenção travasse a porta da varanda. Fomos informados que o setor da manutenção estava atarefado e iria ver a mais breve disponibilidade em ir verificarem.
Diante da hora, quase 20:00 resolvemos ir jantar, e nos deslocamos até o restaurante Flor de Sal, ao adentrar o restaurante, presenciamos um local enorme e escuro, a área central das mesas e das ilhas centrais de comida possuíam uma iluminação fraca, já as bancadas de alimentos que ficavam nas laterais do restaurantes não possuía iluminação nenhuma, era escuro, não dava ao certo para identificar alguns alimentos, que estavam em molhos e não possuía em todos os alimentos plaquinhas de identificação da comida.
A placa na entrada do restaurante dizia noite com tema Internacional, e fomos nos servir nas ilhas de comida, muitos dos richôs já estavam vazios as 20:00 e questionamos um dos funcionário quanto a reposição, fomos informados de que alguns alimentos não tinham mais, e outros que seriam repostos, para que aguardássemos, isso já começou a nos causas um stress, pois estávamos cansados. A alimentação servida parecia de um restaurante de beira de estrada e não de um resort, não tinha nenhum prato internacional, e sim arroz, feijão, macarrão, carne moída, salada de alface e cenoura, coisas que um buffet self servisse serve em qualquer restaurante. Sentamos e tentamos solicitar bebidas, o que não ocorreu, pois só haviam dois garçons servindo as mesas, suco tinha de dois sabores, e os garçons informaram que não tinha mais, eu com uma criança, não tinha nem como oferecer suco a meu filho. Solicitei uma cadeirinha de bebê para ele comer, dessas que todo restaurante possui, fui informada que não tinha nenhuma disponível no momento que eu aguardasse. Diante de tantas frustrações nos levantamos e fomos embora, até o outro restaurante disponível o Papoula localizado no Enotel Convention.
Ao entrarmos no restaurante Papoula fomos abordados por funcionários com sorriso no rosto e nos dando boas vindas, perguntando se gostaríamos de alguma bebida e nos encaminhando até uma das mesas, tivemos outro tratamento, neste momento nos sentimos em um Resort. Um garçom atencioso nos perguntando se gostaríamos de mais alguma coisas, realmente uma outra impressão. No entanto apesar de toda a melhoria, a noite ainda era tematizada como Internacional e fomos questionar o chefe deste restaurante quais eram os pratos Internacionais, pois, não identificávamos nenhum, o mesmo informou o mesmo que de que não era ele que definia o cardápio, ele recebia o que deveria ser servido e só disponibilizava, e só seguia ordens, e que ele sabia que o cardápio não era internacional.
Apesar de a comida servida ser muito melhor do que a apresentada no restaurante Flor de Sal, não parecia comida de Resort, era uma comida de dia-a-dia, sem nenhum diferencial, com exceção da mesa de sobremesas que essa era farta e diferenciada.
Enfim, após uma janta mediana fomos até a recepção solicitando uma posição referente ao quarto, fomos informados de que não havia outro quarto disponível e que deveríamos permanecer neste e que no próximo dia, assim que houvesse disponibilidade eles estariam realizando a troca. Indignados questionamos a porta da varanda, e que não seria necessário a mudança de quarto e sim só alguém da manutenção ir até lá e travar a porta. Nos informaram de que isso não seria possível e que assim que tivessem outro quarto nos acomodariam.
Fomos jantar no restaurante temático Português, do qual de temático não há nada, um local escuro, cheio de mesas ao fundo acumulados, uma desorganização enorme e sem limpeza aparente. Solicitamos o cardápio, e o o único prato tipicamente português era o Bacalhau, solicitamos então essa opção, nos informaram ter um buffet de saladas, que ao vermos ficamos surpresos era o mesmo servido no restaurante abaixo, o Papoula, e sabemos disso pois, levamos nosso filho jantar horas antes, era noite árabe no Papoula, as saladas do restaurante Português de Português só o nome, os pratos vieram, o bacalhau não estava cozido corretamente, um dos pratos veio com tantos espinhos, que ficou impossível de comer ate o final, simplesmente eu não terminei de comer ate o final, o garçom me ofereceu um novo prato, e eu recusei. Esperando que os doces portugueses pudessem tirar o azedo do jantar, ao nos dirigirmos a mesa de sobremesa, uma total surpresas, doces variados, mas nenhum português, inclusive havia alguns doces árabes, os mesmos servidos no restaurante Papoula, nenhuma diferença, questionamos os garçons, e os mesmos disseram que só cumpriam ordem, todas as mesas ao nosso redor e dentro do restaurante estavam reclamando, inclusive dois casais se levantaram e foram embora durante o jantar temático, depois de tanto stress, nem um azeite português tinha no restaurante, nenhum vinho português, todos iguais ao servido no restaurante Papoula, resumindo, um péssimo jantar.
Voltamos ao quarto, e claro que não dormimos direito a noite inteira, preocupados. Quando por volta de 6:00 da manhã de nosso segundo dia, escutamos um barulho de pancada, era a cabeça do meu filho batendo no chão, e um choro estridente de nosso filho, que havia descido da cama e caído numa poça de água, que tomava conta do quarto, e um cheiro de esgoto. Peguei meu filho, verifiquei se ele não havia se machucado, mais serio, além claro do galo que na hora apareceu, e tão prontamente, fomos averiguar de onde estava saindo aquela água, constatamos que vinha do vazo sanitário na parte de baixo da vedação, e corria para todo o quarto. Liguei na recepção falei com a Atendente Adriana e a mesma me disse que tomariam providencias imediatamente, e informei que passaríamos o dia fora do quarto, e que esperava que em nosso retorno todos os problemas do quarto, inclusive as travas da varanda deveriam estar funcionando. O que me assustou foi o descaso dos funcionários em não oferecerem nenhum tipo de verificação a meu filho, não me perguntarem se eu queria a presença de uma enfermeira para dar uma olhada, como temos o curso de 1º socorros, enfim, deixei passar, mas deixo aqui expresso o total despreparo dessa equipe, ao saber que um bebê caiu e se machucou por conta de um problema de vazamento gerado por eles ENOTEL, e não tomou nenhuma atitude.
Passamos o dia no complexo, retornamos ao quarto às 18:30, ao abrir a porta, tínhamos um rio dentro do quarto, o problema não havia sido arrumado, fui verificar a trava da janela, a mesma encontrava-se do mesmo jeito, sem reparo algum, abria e fechava e a trava sem funcionar. Liguei imediatamente na recepção e solicitei explicações imediatas, não existia a mínima possibilidade de passar mais um minuto sequer nessa situação, a mesma me disse que não sabia do ocorrido, e que para ela não constava nenhuma solicitação de reparos. Solicitei a imediata presença no quarto do Gerente Geral do Hotel.
O mesmo foi até nosso quarto, se apresentou, como Mikeias e que era o Gerente responsável pelo turno, explicamos todas nossas frustrações, desde o 1º quarto, mostramos o vazamento dentro do quarto, a varanda sem travar, dissemos e explicamos que nosso filho havia caído pela manhã na poça de agua no meio do quarto. O mesmo se colocou a disposição para achar um novo quarto, e nos realocarmos pela 3º vez em dois dias de estadia. Pedi que a prioridade fosse que as travas da varanda funcionassem. Enfim, o mesmo me disse que iria ate a recepção resolver a troca, disse que vasculhou na recepção e que tinham apenas dois quartos disponíveis, *******, e outro quarto que havia sido consertado o vazamento naquele momento, o qual, a meu ver não deveria de modo algum ter sido nem ofertado como troca, ou seja, o único quarto disponível era *******, o qual o Sr. Mikeias me enviou um mensageiro, que mal chegou e já queria fazer a mudança, como se estivesse com pressa, informei que primeiro eu gostaria de ir ate o quarto, verificar para saber se não teria mais nenhuma surpresa.
Eu, meu filho e meu sogro, subimos ao 4º andar, acompanhados do mensageiro, para verificar o quarto, adentrando ao quarto, a 1ª coisa que fui verificar foi à porta da sacada, pois, agora estávamos no 4º e o perigo era tão grande ou maior, e a mesma estava com defeito, não travava, chamei o mensageiro e disse “não trava”, chame o Sr. Mikéias, por favor, o mesmo foi ate a porta levanto, puxou, fez uma força e travou, e simplesmente, me disse “trava”, pedi ao meu sorgro que fechasse a porta por mim, para ver se era eu que não estava fazendo certo, meu sogro é um homem jovem de 60 anos, forte, saudável e também não conseguiu. Pedi que chamasse o Sr. Mikéias com urgência, pois, já se passava de 20:00 e estava com um bebê, que precisava jantar e descansar, precisava de uma definição de quarto. Mais uma vez uma mega frustração, e stress.
Ao descer para o 3º andar de volta ao quarto e aguardar a presença do Sr. Mikeias e uma definição, descemos de elevador, e para nossa sorte, eu, meu sogro e meu filho de 1 ano de 10 meses ficamos presos no elevador, tocamos o alarme, por diversas vezes, se passaram 10 minutos, meu filho começou a ficar inquieto, e a chorar, e começamos a socar literalmente as portas e a gritar por ajuda, apertamos todos os botões, e nada aconteceu, depois de quase 15 minutos, demos a sorte de novo de um casal de hospedes passar, e nos auxiliar, apertando os botões de fora do elevador, e indo chamar alguém na recepção. As portas se abriram e conseguimos sair, contudo ninguém da recepção ou do hotel apareceu para ajudar, ou auxiliar.
Chegando no quarto após 30 minutos ninguém apareceu, liguei e solicitei urgência no comparecimento do Gerente, pois, diversos acontecimentos e nenhuma resolução, e tinha acabado de ficar presa no elevador e ninguém socorreu. Por fim o Sr. Mikeias, disse que não tinha nenhum quarto a mais disponível, e que se quisemos ou era ficar no quarto alagado, ou ir para ******* que não travava a porta da varanda, lembro de que se tratava de um apartamento no 4º andar, e mais uma vez uma varanda sem travar. Como seria impossível ficar no quarto alagado, nos dirigimos para mais um quarto inapropriado, e com medo. Pela 3º vez em 2 dias mudamos de quarto. Estressados e irritados. Tomamos todos os cuidados para que nosso filho não chegasse perto da porta da varanda, nos privando de privacidade e liberdade, para manter a segurança de nosso filho.
Enfim fomos jantar, e durante o percurso de ida ate o restaurante pela área externa, meu filho andando atrás de nos, abaixa e puxa um punhado de fios expostos, saímos correndo e praticamente o arrancamos dali, num susto enorme, haviam varias caixas no chão com fios expostos, tomamos um baita susto, verificamos se ele não havia tomado nenhum choque, e ficamos mais nervosos do que já estávamos (anexamos fotos das caixas). Durante o jantar em família, decidimos que não iríamos passar o dia seguinte nas dependências do hotel para não termos mais estresses e não precisarmos passar mais nervoso.
Fomos a cidade de Porto de Galinhas, passamos uma manhã e tarde agradáveis, retornamos para o Hotel por voltas das 16:00, meu esposo juntamente com meu filho foram direto para área de piscina, e eu retornei ao quarto, para deixar as bolsas, e compras, juntamente com sogro e minha sogra. Ao chegar de frente ao meu quarto, me deparo com ele, ainda sem limpeza e organização, mas o principal, a porta estava aberta, escancarada, para quem quisesse adentrar e furtar qualquer coisa, tomamos o maior susto, verifiquei se a principio não havia mexido em nada. O quarto do meus sogros estava há 2 portas do meu, e o surpreendente o deles estava arrumado e limpo. Havia uma moça com carrinho de limpeza há uns 10 quartos do nosso, meu sogro, prontamente se dirigiu ate ela, e questionou porque o dele estava limpo e o meu não. A mesma respondeu que estava a adentrando em meu quarto, quando foi solicitada uma limpeza de emergência em outro, ela perguntou o número do quarto e disse que já estaria voltando lá. Contudo, meu sogro informou a mesma que ela havia deixado a porta aberta do quarto. Fiquei muito nervosa, fui ate a recepção e solicitei a presença do Gerente Geral um tal de “Jacinto”, ao qual descobri o nome perguntando a vários funcionários do Hotel.
Esperei exatos 25 minutos até que o mesmo aparecesse acompanhado do Sr. Mikeias, o mesmo não falava a minha língua, mas me compreendia bem, contei novamente todos os ocorridos, e referente a meu quarto estar com a porta escancarada, solicitei que medidas fossem tomadas, pois, era meu 3º dia no Hotel e somente estava passando por stress e nervoso. O mesmo me disse que “tentaria” melhorar minha estadia, e que por conta da má alimentação que por vezes reclamamos iria nos disponibilizar que jantássemos ate o final de nossa estadia nos restaurantes temáticos do Hotel, comuniquei, que isso não isentaria todo o stress e problemas gerados até então, e que já tínhamos agendado dois restaurantes temáticos por nossa conta. Solicitei e quase implorei que não tivéssemos mais sustos, stress, e ou frustrações. Me pediu desculpas sem ao menos dar explicação há nenhum ocorrido, sem responder nenhum de meus questionamentos. Perguntei por que do elevador ao qual fiquei presa ainda estava em uso, e solicitei explicações do por que de caixas de energia com fios expostos, durante o percurso do Hotel, não soube me explicar, e também não tomou nenhuma providencia. Como se desculpas resolvem-se todos os problemas inclusive o galo na cabeça do meu filho.
Voltamos para o quarto para nos arrumarmos para jantar, tomarmos um banho, e descansarmos a fim de sairmos para jantar. Já havíamos todos tomado banho, e meu filho queria sair do quarto, e estava brincando de abrir e fechar a porta diversas vezes, como uma criança saudável, meu esposo por sorte, estava ao lado dele. Quando o pior de todos os momentos estava por vir. Em uma dessas aberturas de porta, a madeira de cima da porta, o batente (em foto) uma madeira de quase 1 metro de comprimento, 30 cm de largura, caiu quase em cima da cabeça do meu filho de 1 ano e 10 meses, chegando a bater no braço, e no pezinho dele, perfurando o chinelinho dele, e só não caiu na cabeça dele, pois, meu esposo estava do lado e conseguiu colocar a mão de forma muito rápida, protegendo a cabeça dele. Diante disso, vários hospedes saíram para fora dos quartos para verificar o barulho que a madeira havia causado e nos vendo nervosos, ficaram tão indignados quanto nos, ao saber do fato. Meus sogros saíram correndo do quarto ao ouvir o choro do meu filho, e ficaram estarrecidos com o pedaço de madeira que havia caído, e machucado o braço e furado o chinelinho do meu filho.
Fomos todos à recepção com o pedaço de madeira, depois de tantos problemas, e o cumulo de quase ter causado um acidente serio com meu filho. Um Hotel prejudicial à saúde de qualquer hospede, uma bomba a meu ver pronta a explodir.
Ao chegarmos à recepção solicitamos a urgência em falar com o Gerente Geral, informamos ser um caso sério, o atendente, não deu muita bola, e pediu que esperássemos, solicitamos novamente a urgência mostramos a madeira, e dissemos se tratar de algo serio e iminente, o mesmo disse que não podia fazer nada, que aguardássemos, começamos a falar mais alto, quando o atendente de forma ignorante disse “Se quiserem esperem, se não vão embora” nesse momento meu esposo atordoado de nervoso, com o risco e machucado causado em meu filho, atirou a madeira em cima da recepção e disse para chamar o gerente. Nesse momento a porta atrás do atendente se abriu, e o Sr. Mikeias lá de dentro, ouviu meu marido e meu sogro gritarem que uma madeira de 1 metro havia quase caído na cabeça do meu filho, e o mesmo, do lado de dentro da sala começou a rir, Ironizando o acontecido como se não fosse nada, não dando a importância devida a um caso tão serio, que poderia ter causado uma tragédia, e nesse momento meu marido e meu sogro gritaram que iriam chamar a policia, que iriamos fazer um boletim de ocorrência, denunciar em todos os órgãos fiscalizadores. De imediato saiu um homem de dentro da sala, o Sr. João Ricardo, se dizendo ser o Sub-Gerente, pedindo que nos acalmássemos, e que explicasse o que havia acontecido, a hora que o mesmo viu o pedaço de madeira e o tamanho do meu filho, se deu conta do ocorrido, e pediu diversas vezes desculpas, que não tinha nem como esclarecer e muito menos reparar os erros, não só este, mas como todos os outros ocorridos. Relatamos todos os fatos. O mesmo se prontificou achar dois quartos no Hotel Convention, e fazer nossa mudança imediata, em 3 dias, essa seria nossa 4ª mudança, contudo, fui muito clara, que as portas das varandas não travavam, em nenhum dos quartos que fomos deslocados, e que essa era uma prioridade, além claro de não ter mais nenhuma surpresa. Fomos eu, meu filho, e meu esposo, acompanhando o mesmo ate o Hotel Convention, e o mesmo pegou a chave de 10 quartos, dos 10 somente 2 travavam as portas, e resolvemos ficar com eles, pois, só tinham eles mesmo, perdendo a vista para o mar, a varanda espaçosa, e todos os confortos ao qual havíamos contratado, para termos em nossas ferias, nesse momento o conforto ficou em 10º lugar e deu lugar a mais pura segurança do meu filho. Nossas férias haviam acabado nesse momento, não queríamos permanecer nem mais um minuto nesse hotel. Infelizmente se tratava de quase 21:00 da noite, não havíamos jantado, precisávamos comer, e deixar nosso filho dormir com tranquilidade, após tamanho susto. Em nenhum momento o Hotel e ninguém do Hotel perguntou se queríamos levar meu filho até uma enfermaria, ou ao hospital. Entendemos que isso deveria partir do Hotel após o ocorrido. No entendo como temos o curso de 1º socorros, e tomamos as devidas providencias em relação a meu filho na hora do fato e de imediato. Mas mais uma vez deixo o despreparo do Hotel em relação a acidentes.
Fomos jantar as 21:30 no restaurante Papoula, onde o tema era noite Mexicana, que de mexicana não tinha nada, o Sr. João Ricardo havia nos acompanhado ate o restaurante após a mudança, eu pessoalmente chamei o Chef de Cozinha do Restaurante e solicitei ao mesmo que me apresenta-se o que havia de comida mexicana, o mesmo disse em tom claro, sou apenas o Chef “Esvaldo” cumpro ordens, e sei que não há nada de mexicano nesse jantar. Peço desculpas, levei ele ate um richôs com tortilhas, o único que possuía algo mexicano, do qual estava escrito “tacos” (coisas bem diferentes), perguntei como se come isso, pois, aqui não tem nenhum guacamole, nenhuma salada, nenhum molho, o mesmo me pediu desculpas, e num ato de desespero me disse, que o cardápio era novo, estava em teste, e que realmente não tinha nada de mexicano, que ele pedia desculpas, pois, nas noites mexicanas normalmente tinham estações de preparo de burritos, que não tinha, mas que havia sido ordem de cima, para não servir nada. Propaganda enganosa, e danosa a todos os hospedes, enquanto reclamava com o Sr. João Ricardo, vários hospedes se aproximaram e reclamaram diretamente a ele. Que as noites temáticas não tinham nada de temática. Enfim, jantamos o de sempre, sem nada novo e muito menos temático.
Acordamos na manha seguinte, e fomos informados de que o Sr. João Ricardo queria falar conosco, já estavamos em conversa com nosso agente da CVC Sr. Wesley, para que procura-se outro Resort, Hotel, Pousada, qualquer lugar para fazermos nossa mudança, nossa decisão era de não ficar mais no ENOTEL, contudo, não havia disponibilidade em nenhum Local, estavam todos lotados. Pela manhã no 1º horário meu esposo e meu sogro se dirigiram a Porto de Galinhas, e fizeram a reclamação na secretaria de Turismo de Porto de Galinhas, e também abriram, um Boletim de Ocorrência contra o Resort ENOTEL (também anexo dessa carta) O Sr. João Ricardo, após as 14:00 da tarde de nosso 4º dia de terror no Enotel, nos encontrou na área da piscina do Enotel Convention, dizendo que havia conversado com os diretores do Hotel, que havia contado todos ocorridos, e que por este fim, estariam realizando o estorno das 4 primeiras diárias de todos nos, como se isso resolve-se tudo, e como se isso fosse uma forma de corrigir os erros causados por eles ENOTEL. Contudo, deixamos claro, não queremos permanecer no Hotel e que estávamos vendo as disponibilidades com nosso agente CVC. Infelizmente fomos obrigados e à contra gosto a ficar no HOTEL, por não ter disponibilidade de mudança, os resorts e hotéis estavam lotados, informamos que seriamos obrigados a permanecer no estabelecimento, e que não estávamos de acordo em continuar ali. O mesmo a fim de melhorar tudo nos ofertou novamente como o que fez o Sr, Jacinto que jantássemos nos restaurantes temáticos, ate o final de nossa estadia, e que faria o possível, para tornar nossa estadia melhor ofereceria um passeio por cortesia do Hotel ao destino que quisemos conhecer, ficou acordado de acordo com as disponibilidades do mesmo que seria na quarta-feira, onde conheceríamos a Praia de Carneiros.
Ficamos obrigados, a contra gosto, presos a um Hotel que nem de longe se equipara a um Resort (somos clientes de Resorts no Brasil), e não podíamos fazer nada contra isso. Fomos jantar no restaurante temático Nordestino, o qual a comida deste sim, era temática, apenas o prato principal, saladas e doces eram iguais aos restaurantes Flor de Sal e Papoula. Ao voltarmos para o quarto, percebo que o Ar condicionado, não esta refrescando, mas por conta de tanto stress prefiro nem reclamar mais.
Ao acordarmos, passamos o dia fora das dependências do Hotel para não nos estressarmos mais. Retornamos apenas para banho e jantar, o Ar não estava funcionando corretamente, liguei na recepção e comuniquei. Enfim fomos jantar, e dormir cedo para ir ao passeio ofertado pelo Hotel, como um pedido de desculpas.
Ao esperarmos a companhia de turismo, a agente do passeio nos informou que o passeio era para a praia de Tamandaré e não Carneiros, dissemos que havia alguma confusão, pois, decidimos junto ao João Ricardo, Carneiros, e o mesmo chegou a confirmar em nossa presença essa informação. Contudo, mais uma vez, o Hotel para reparar um erro, causou mais um stress, mais uma confusão. Solicitamos ao recepcionista que chama-se o Senhor João Ricardo, e o mesmo disse que a praia de Tamandaré era tão bonita quanto Carneiros, e que não podia fazer nada, era o que ele tinha. Ficamos tão chocados, e estávamos com tudo preparado para um passeio, resolvemos por conta, pegar um taxi, e fazermos o passeio por nos, a cortesia que era para esquecer o stress, causou um novo stress. Fizemos todos os passeios por nossa conta, e o Hotel em momento nenhum se apresentou solicito a recompensar o erro do passeio, e os problemas gerados pelo mesmo.
Ao voltarmos do passeio, lembro que o Ar condicionado do quarto continuava sem funcionar corretamente, antes de jantar, abro o frigobar para tomar um refrigerante, e me deparo com um copo com marca de batom vermelho, cor que eu não uso, como se alguém tivesse tomado no copo e guardado no frigobar. Eu e meu esposo passamos o dia fora, ninguém a não ser a camareira havia entrado para fazer limpeza e organização, e me deparo com tamanha falta de respeito e limpeza, onde já se viu copo sujo dentro do frigobar. Tirei foto de tal absurdo, pois não tinha como não registrar. Fui ate a recepção reclamei pessoalmente, mostrei a foto, o recepcionista me pediu desculpas, mas também não fez nada, nem ao menos mandou alguém no quarto substituir o copo. Por fim estávamos dando graças a deus, pois, nossa estadia terminaria no dia seguinte, seguimos para o Restaurante Asiático o ultimo, que iriamos jantar, meus sogros nem quiseram nos acompanhar pois estavam estressados e queriam descansar. Chegando ao restaurante, não havia nenhuma reserva em nosso nome, o Sr. João Ricardo disse que haveria ******* restaurante no dia anterior, em uma ligação que o mesmo fez para o quarto. Enfim, todos que estavam com as devidas reservas entraram e nós mais uma vez ficamos de fora, aguardando uma resolução com um bebê no colo. O gerente do restaurante por estar presente no dia da Confusão gerada na recepção, pediu desculpas e nos acomodou em uma das mesas.
Nesse mesmo dia estava ocorrendo uma auditoria no Hotel pela empresa GESHOTELS, infelizmente não me recordo do nome do funcionário desta empresa, mas muito simpático e solicito se apresentou a todos os hospedes do restaurante de mesa em mesas, solicitando o preenchimento de um formulário de avaliação do Hotel, informamos detalhadamente tudo o que aconteceu, o mesmo pediu que formalizássemos através do relatório engessado e que não poderia fazer nada. Ficamos surpresos, pois após escutar toda nossa reclamação ele nem se quer pediu para que formalizássemos por um e-mail, ou que seria levada essa reclamação para a empresa e avaliada. Infelizmente ao nosso ver uma empresa que não anda fazendo muito bem seu trabalho de auditar. Pode parecer coincidência, mas no mesmo dia que a empresa de auditoria estava no Hotel o restaurante Flor de Sal estava interditado, simplesmente fechado, sem nenhum comunicado ou parecer aos hospedes.
Jantamos e voltamos ao quarto para organizar nossas malas, contudo, mais uma surpresa, não conseguíamos abrir a porta do quarto, estava com meu filho dormindo em meus braços, e a porta não funcionava, nenhuma luz, acendia, nem vermelha, nem verde, meu esposo foi ate a recepção informou, disse a urgência que estávamos com um bebê, e claro nenhuma providencia foi tomada, depois de uns 30 minutos, percebemos que um rapaz da manutenção estava descendo as escadas do 4º andar, e passando por nós o chamamos e perguntamos se ele sabia do ocorrido, o mesmo informou que não, mas que resolveria para nós. Ele conseguiu resolver e finalmente pudemos adentrar ao quarto. Estressados, cansados de tantas frustrações, mas felizes por estarmos indo embora no dia seguinte.
Fizemos o Chek Out as 12:00 e muito felizes nos retiramos do “Resort ENOTEL”.
Informações adicionais
Passávamos por uma área onde alguns dos funcionários do ENOTEL estavam falando do caso e que poderia ter “matado uma criança” (meu filho) e estávamos perto e escutando a discussão entre os funcionários, onde um deles, comentou em voz alta que o Hotel sabia que dois dos quartos liberados para essa família, não estavam preparados para receber hóspedes, um deles chega a perguntar o tamanho da criança, e eu como estava perto, respondi, foi esse bebê aqui, todos os funcionários ficaram chocados, pois, meu filho é um bebê, e poderia ter sido uma tragédia, enfim, uma funcionária veio me confessar, que o Hotel sabia que dois quartos não poderiam receber hospedes, e que mesmo assim nos alocaram lá, perguntei se ela se importava de gravar isso, se eu não coloca-se o nome dela na gravação e a mesma disse que por ela, não teria problemas, e então fiz a gravação onde a mesma informa que o Hotel estava ciente dos problemas dos quartos e mesmo assim fomos alocados lá.
Varias áreas do prédio do Hotel, não constam extintores, mangueiras de incêndio, um prédio com fiações exposta, totalmente inseguro a qualquer hospede com crianças, um prédio sem qualquer condição de funcionamento e que não respeita as normas básicas de segura, me pergunto, se esse local tem alvará de funcionamento, quem forneceu e a que condições ele foi obtido, que equipe de bombeiros daria um alvará a um local totalmente inseguro, cheio de problemas e nenhuma segurança.
Disponibilizamos através deste relato, também fotos, vídeos, Boletim de Ocorrência, e demais documentos anexos, do período de nossa estadia, 09/03/******* a 16/03/*******.
Segue detalhamento em anexo: Texto e Fotos
A reclamação também esta no link: https://*******!AvGQLG3Dg2PYbqg9V5AmH6j_lxY
Links de vídeos:
Vídeos - Porta da Varanda Não Trava: https://*******
Vídeos - Fios Expostos: https://*******
Edson B. Luque
*******Enviado via IPhone
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Resposta da empresa
12/04/2017 às 09:30
Prezada Cliente,
Informamos que para sugestões, reclamações ou elogios relativos ao Complexo Enotel Porto de Galinhas, encaminharemos suas observações para a Gerência responsável para que possamos averiguar e estabelecer contato na maior brevidade.
Estaremos sempre à disposição para melhor atendê-los.
Atenciosamente,
Enotel Porto de Galinhas.
Consideração final do consumidor
18/06/2020 às 14:11
Péssimo, lugar que nunca mais retorno e canso de dizer aos que me pedem indicação para não ir jamais
O problema foi resolvido?

Não resolvido
Voltaria a fazer negócio
Não
Nota do atendimento
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