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Meu Ford Ranger 2026 bateu o motor com 32 mil km e a Ford não resolve

Ford

cidade: Teresina

O que aconteceu

NÃO COMPREM A NOVA FORD RANGER! ELA BATE O MOTOR! VEÍCULO 2026 COM APENAS 32 MIL KM E DEFEITO DE FABRICAÇÃO!

Venho manifestar minha profunda indignação e decepção com a FORD MOTOR COMPANY BRASIL, diante de uma situação extremamente grave envolvendo minha Ford Ranger, modelo 2026, com apenas 32.000 km rodados, dentro da garantia de fábrica e com todas as revisões rigorosamente em dia, realizadas em concessionária autorizada Ford.

No dia 10 de outubro de 2026, por volta das 22h, estava no veículo acompanhado da minha esposa e da minha filha de apenas 10 anos, quando, inesperadamente, o carro apresentou um barulho anormal e simplesmente parou de funcionar, em plena avenida extremamente movimentada e perigosa da minha cidade.

Tentei ligar novamente o veículo, mas o motor apenas emitia ruídos e não funcionava. Para agravar ainda mais a situação, as quatro rodas ficaram travadas, impossibilitando qualquer movimentação normal do automóvel.

Imaginem o desespero de estar com a família, às 22h, em uma avenida perigosa, dentro de um veículo praticamente novo, que simplesmente apresenta uma falha mecânica dessa gravidade!

Fui obrigado a contratar um reboque especial, equipado com patins, pelo valor de R$ 700,00, pois o travamento das rodas impedia o procedimento convencional.

E, como se não bastasse, enfrentei outro problema absurdo: o macaco fornecido com o veículo não conseguiu proporcionar a altura necessária para a operação de colocação dos patins! Foi necessário improvisar, utilizando uma pedra para elevar o macaco e conseguir realizar o procedimento. É inadmissível enfrentar uma situação dessa natureza com uma caminhonete desse porte e valor!

O problema ocorreu às 22h e somente consegui deixar o veículo na concessionária por volta das 2h30 da madrugada, após horas de desgaste, insegurança e transtornos para toda a minha família. Inicialmente, o vigilante se recusou a receber o veículo, mas, diante da situação e da impossibilidade de levá-lo para outro local, permitiu que fosse deixado no estacionamento.

Do dia 10 até o dia 20 de outubro, permaneci aguardando uma resposta concreta da concessionária. Durante esse período, fui informado repetidamente de que estavam realizando varreduras e encaminhando os resultados para análise da fábrica. Segundo os funcionários, foram realizadas quatro varreduras, sem que houvesse uma conclusão definitiva até então.

Finalmente, no dia 20 de outubro de 2026, no final da tarde, fui informado pelo responsável pelo atendimento de que seria necessária a SUBSTITUIÇÃO COMPLETA DO MOTOR DO VEÍCULO, procedimento que seria realizado em garantia.

UM VEÍCULO MODELO 2026, COM APENAS 32 MIL KM, TODAS AS REVISÕES EM DIA, PRECISANDO TROCAR O MOTOR COMPLETO!

A situação se tornou ainda mais revoltante quando conversei diretamente com o mecânico responsável, que afirmou categoricamente que o problema teve origem na montagem do veículo.

Ou seja, segundo a informação transmitida pelo próprio profissional da concessionária, a caminhonete já saiu de fábrica com um defeito de montagem e foi vendida ao consumidor nessas condições!

Isso é extremamente grave!

Não estamos falando de desgaste natural, falta de manutenção ou uso inadequado. Estamos falando de um possível vício de fabricação em um dos componentes mais importantes e caros do automóvel: o motor.

Além dos transtornos, da exposição da minha família a uma situação de risco e dos prejuízos financeiros, existe ainda uma preocupação legítima com a desvalorização comercial do veículo após a substituição integral do motor, bem como com a confiabilidade e a segurança da caminhonete.

Quem garante que um veículo que apresentou um defeito de montagem tão grave não possui outros problemas? Como posso recuperar a confiança em um automóvel que deixou minha família em uma situação de perigo e agora precisa receber um motor completamente novo?

NÃO ACEITO QUE A SIMPLES TROCA DO MOTOR SEJA IMPOSTA COMO SOLUÇÃO DEFINITIVA PARA ESSE CASO.

O Código de Defesa do Consumidor, especialmente em seus artigos 18 e 24, assegura proteção contra vícios de qualidade e estabelece responsabilidades dos fornecedores. O artigo 18, 3, inclusive, prevê situações em que o consumidor pode exigir imediatamente as alternativas legais, considerando a extensão do vício, o comprometimento da qualidade ou das características do produto e a diminuição de seu valor.

Diante da gravidade do ocorrido, da informação recebida sobre o defeito de montagem e da perda de confiança na segurança e confiabilidade do veículo, EXIJO DA FORD A SUBSTITUIÇÃO DA MINHA CAMINHONETE POR OUTRA NOVA, DA MESMA ESPÉCIE, EM PERFEITAS CONDIÇÕES DE USO, além do ressarcimento dos R$ 700,00 gastos com o reboque.

Não considero razoável adquirir um veículo novo, realizar corretamente todas as revisões, cumprir minhas obrigações como consumidor e, com apenas 32 mil quilômetros, ter que aceitar a substituição integral do motor em decorrência de um defeito que, segundo o próprio mecânico, teve origem na fabricação.

A FORD PRECISA ASSUMIR SUA RESPONSABILIDADE E OFERECER UMA SOLUÇÃO À ALTURA DA GRAVIDADE DO PROBLEMA.

Registro esta reclamação também como um alerta aos consumidores que estão pensando em adquirir a nova Ford Ranger. Minha experiência demonstra que mesmo um veículo recente, com manutenção rigorosamente em dia, pode apresentar uma falha mecânica extremamente grave, colocando seus ocupantes em situação de risco.

NÃO QUERO UM VEÍCULO COM MOTOR SUBSTITUÍDO. QUERO UM VEÍCULO NOVO, SEGURO E CONFIÁVEL, COMO ACREDITAVA ESTAR ADQUIRINDO QUANDO ESCOLHI A FORD RANGER.

Aguardo um posicionamento formal da Ford Brasil e uma solução definitiva para o caso.