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Experiência negativa com a viagem Forma 9 Paradise: falta de organização, acolhimento e cuidado com os adolescentes

Forma Turismo

cidade: Ribeirão Preto

O que aconteceu

Não recomendo essa empresa e, diante da experiência que meu filho teve, não permitiria que ele participasse novamente de qualquer viagem organizada por ela.

Meu filho, de 14 anos, aluno do 9 ano, participou da viagem Forma 9 Paradise. Infelizmente, a experiência ficou muito aquém do esperado.

Para começar, houve alteração na data da viagem e, posteriormente, o horário de saída também foi alterado com apenas 48 horas de antecedência, em uma sexta-feira, sendo que a viagem estava prevista para a segunda-feira seguinte. Isso demonstra falta de planejamento e organização, causando transtornos às famílias.

Ao chegar ao hotel, meu filho foi chamado à recepção porque, segundo a equipe, havia recebido uma possível denúncia de que ele estaria com bebidas alcoólicas. Meu filho é um adolescente extremamente calmo e tímido, nunca consumiu bebidas alcoólicas e não costuma andar com pessoas que tenham esse hábito.

Entendo que a empresa não conhece previamente a personalidade de cada adolescente e que precisa apurar possíveis situações. Porém, a forma como isso aconteceu fez com que meu filho se sentisse coagido, constrangido e extremamente incomodado logo no início da viagem, que deveria ser um momento de diversão, integração e boas lembranças.

A partir desse episódio, ele não conseguiu mais se sentir à vontade e acabou tendo uma experiência negativa. Como mãe, é muito frustrante investir em uma viagem esperando que meu filho aproveite essa fase tão importante da adolescência e perceber que ele voltou com uma impressão tão ruim.

Além disso, tive a percepção de que havia mais pessoas do que a estrutura do hotel comportava adequadamente, com filas para praticamente tudo, o que comprometeu ainda mais a experiência.

Acredito que uma empresa que trabalha com viagens para adolescentes precisa oferecer muito mais do que hospedagem e entretenimento. É fundamental ter organização, planejamento, respeito, empatia e preparo para lidar com jovens que ainda estão em formação, considerando o impacto emocional que determinadas abordagens podem causar.

Não se trata de questionar a necessidade de apurar uma possível irregularidade, mas de esperar que isso seja feito com responsabilidade, discrição e cuidado, sem causar constrangimento desnecessário ao adolescente.

Minha insatisfação vai além dos problemas de organização: faltou o cuidado e o acolhimento que considero essenciais em uma viagem desse tipo. Infelizmente, a experiência comprometeu a confiança que eu poderia ter na empresa.

Espero que a empresa reveja seus procedimentos, tanto na organização das viagens quanto na forma de abordar e acolher os adolescentes, para que outras famílias não passem pela mesma situação.