O que aconteceu
Contratei um pacote de viagem da Forma Turismo para meu filho, com embarque previsto para o dia 02/11/2026, que inclui o fornecimento de um kit.
O problema é que o kit nunca foi entregue. Ao entrar em contato com a Forma, fui informada de que a transportadora registrou a ocorrência como "DESTINATÁRIO DESCONHECIDO" e, por esse motivo, a encomenda retornou ao estoque.
Moro há 10 anos no mesmo condomínio e nunca tivemos problemas para receber encomendas destinadas às pessoas da minha residência. Por isso, solicitei à Forma um comprovante da tentativa de entrega, contendo data, horário e identificação de quem supostamente teria informado que o destinatário não reside no endereço.
Até o momento, não me foi apresentada nenhuma comprovação que justifique essa ocorrência.
Mesmo assim, a Forma quer que eu pague um novo frete. Inicialmente, informou o valor de R$ 29,00, mas, como a viagem acontece em poucos dias, esse envio não chegaria a tempo. A alternativa oferecida foi pagar aproximadamente R$ 110,00 pelo Sedex.
Ou seja, além de não receber um item incluído no pacote contratado, ainda preciso pagar um valor adicional para tentar recebê-lo antes da viagem, sem que a empresa tenha demonstrado que houve qualquer erro da minha parte.
Para piorar, a resposta da Forma foi simplesmente informar que o uso do kit não é obrigatório durante a viagem. Isso não resolve o problema. Se o kit faz parte do pacote contratado, o consumidor tem o direito de recebê-lo, independentemente de ser obrigatório ou não.
Infelizmente, esta não é minha primeira experiência negativa com a Forma Turismo. Já precisei recorrer ao Reclame Aqui anteriormente para conseguir solucionar outro problema com a empresa.
Minha solicitação é muito simples: quero que a Forma providencie imediatamente, e sem qualquer custo adicional, o envio do kit por Sedex, garantindo sua entrega antes do embarque em 02/11/2026.
Não estou solicitando nenhum benefício extra, apenas o cumprimento do que foi contratado.
Espero que a Forma tenha bom senso e resolva essa situação com a urgência necessária, em vez de transferir ao consumidor a responsabilidade e os custos de uma falha de entrega que sequer foi devidamente comprovada.