O que aconteceu
Venho por meio deste canal relatar uma situação desgastante com a concessionária Honda Faberge de Mogi das Cruzes, referente ao meu Honda City retirado 0km em fevereiro de 2026.
Desde o primeiro mês de uso venho relatando ruídos incômodos no painel. Tentei resolver a questão amigavelmente em todas as oportunidades possíveis ao longo do ano:
- Em fevereiro de 2026, fiz o primeiro relato sobre ruídos e inconformidades no veículo.
- Em junho de 2026, agendei visita específica para avaliação de barulhos no painel, deixando o carro na oficina em 17/06 com cerca de 4.600 km.
- Em agosto de 2026, comuniquei novamente a persistência do barulho, enviei vídeos demonstrando o defeito e agendei nova permanência do veículo em 13/08 com cerca de 6.700 km.
- Em setembro de 2026, durante a primeira revisão de 10.000 km (realizada em 29/09 com 9.663 km), reforcei novamente que o barulho continuava presente.
Faço questão de registrar que a equipe técnica e os consultores sempre foram educados e atenciosos. O problema não é a postura dos profissionais, mas sim o resultado prático: o defeito não é solucionado.
Comprei um veículo zero quilômetro justamente buscando tranquilidade, e hoje me vejo tendo que lidar rotineiramente com barulho interno e com a perda de tempo, de minha esposa e eu, de deixar o carro repetidas vezes na oficina. O Código de Defesa do Consumidor garante ao cliente o direito a um produto em perfeitas condições de uso, sem vícios de qualidade pendentes.
Abro este chamado para que a gerência da Honda Faberge, junto com o suporte de engenharia da montadora Honda, olhe para este caso de forma definitiva e proponha uma resolução real e conclusiva para o problema.