Colchão Supreme Molas Ensacadas TOPÁZIO apresentou afundamento prematuro após pouco uso.

Não resolvido
Ribeira do Pombal - BA
11/07/2026 às 10:52
ID: 253649847
Fizemos a compra de 2 Conj. Supreme Molas Ensacadas TOPAZIO em dezembro de 2024, e a cerca de 1 mês um deles apresentou um afundamento de ponta a ponta numa parte do colção em linha reta. Algo muito estranho e que nunca tinhamos visto, nem mesmo quando se há um uso prolongado, o que não é o caso. É difícil adquirir um produto com vida útil e com pouco mais de um ano se vê numa situação até complicada de usar, tamanho é o defeito. Cabe destacar ainda, que as camas foram adquiridas para deixa-las na casa do sítio, local em que se vai muito pouco, ou seja, o colção está novo, quase não foi usado e já apresentou esse afundamento.
O consumidor não pode ficar no prejuízo quando o problema é advindo de fábrica.
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Resposta da empresa
13/07/2026 às 15:36
Olá, Taiane.
Sentimos muito pela situação relatada e entendemos a sua frustração, principalmente por envolver um produto essencial no dia a dia.
Pelo que você descreveu, é importante que o seu caso passe por uma análise para entendermos melhor o ocorrido e verificarmos a melhor forma de te ajudar.
Para isso, pedimos que nos envie:
Nota fiscal de compra
Nome da loja onde a compra foi realizada
Fotos ou vídeos mostrando o afundamento e o comportamento do colchão
Você pode encaminhar diretamente para os canais oficiais da indústria da Bahia:
[email protected]
WhatsApp: (75) 98155-2039
Assim conseguiremos localizar seu atendimento e acompanhar seu caso de forma mais assertiva.
Seguimos à disposição para te auxiliar no que for necessário.
Atenciosamente,
Equipe Topázio Colchões
Consideração final do consumidor
26/07/2026 às 16:05
A Empresa não quer saber do problema, o que houve, se preocupa apenas em saber se o produto estava ou não na garantia. Porém não é razoável nem pode ser considerado normal um colchão de pouco mais de um ano, com pouco uso, apresentar afundamento de ponta a ponta e a empresa simplesmente ignorar. Enfim, deixar que o judiciário decida.
O problema foi resolvido?

Não resolvido
Voltaria a fazer negócio
Não
Nota do atendimento
4