O que aconteceu
Sou neta da paciente, 68 anos, hipertensa, cliente da Trasmontano há anos. Não estou no local, acompanho tudo por telefone porque a demora foi muito grande e estamos preocupadas. Minha mãe está como acompanhante no Hospital IGESP Litoral da Trasmontano de Praia Grande.
Minha avó e minha mãe chegaram no hospital no dia 26/10 às 17h50 para realizar tomografia de cabeça com horário marcado para 18h40. Até às 21h49 o exame não foi realizado e a situação não foi resolvida.
Houve demora excessiva para medicar a paciente que estava com pressão alta. Foram necessários três medicamentos e, por último, Diazepam, com muita demora. Enquanto aguardava a medicação, o profissional responsável por buscar o remédio estava conversando com a segurança, em total descaso.
Neste momento, minha avó está aguardando o medicamento fazer efeito, o que leva cerca de uma hora. Ou seja, ela ficará no local por quatro a cinco horas. Saiu de casa às 17h e não há previsão de que horas vai sair do hospital, sendo uma paciente idosa, hipertensa e em risco.
Ressalto que não é a primeira vez que acontece algo semelhante, mas desta vez foi acima da média. Eles não passam informação nenhuma, não dão retorno, não explicam a demora. Se aproveitam por se tratar de uma pessoa idosa e deixam as coisas acontecerem desse jeito.
Isso não acontece apenas em exames. Acontece com qualquer informação, com qualquer atendimento na Trasmontano. A empresa precisa melhorar urgentemente, o atendimento está péssimo e está cheia de reclamações justamente por isso.
Solicito providências urgentes, respeito no atendimento e informações claras sobre o tempo de espera, conforme garante o Estatuto do Idoso.
Os dados completos da paciente e o contato da acompanhante que está no hospital serão informados apenas de forma privada para a empresa.
Reclamação feita por familiar, conforme Art. 74 do Estatuto do Idoso.