O que aconteceu
Minha mãe, ***** (CPF *****), residente em *****/BA, está passando por uma situação extremamente grave no atendimento pelo SUS.
Linha do tempo dos fatos:
19/09/2025 (sexta-feira): Internada na UPA do Prado com fortes dores no ouvido.
20/09/2025 (sábado): Encaminhada ao Hospital Estadual Costa das Baleias (Instituto Fernando Filgueiras), em Teixeira de Freitas. Já havia realizado tomografia, que confirmou a necessidade de cirurgia urgente. Foi informado que seria encaminhada para o HGE Salvador.
21/09/2025 (domingo): A equipe médica do Costa das Baleias deu alta hospitalar, orientando procurar o ambulatório.
No ambulatório, fomos informados que não existe médico otorrinolaringologista disponível e que precisaríamos buscar regulação municipal para marcar consulta na Policlínica.
O problema é que esse fluxo já foi cumprido: minha mãe passou pelo otorrino da Policlínica, que justamente encaminhou para o Costa das Baleias. Agora, pedem que tudo seja reiniciado, o que atrapa e atrasa uma cirurgia urgente, colocando a saúde da paciente em risco.
Solicito:
Encaminhamento imediato ao HGE em Salvador ou outro hospital de referência.
Esclarecimentos sobre a falha grave no fluxo de atendimento.
Providências para que a paciente não fique desassistida.
Trata-se de um caso urgente e de risco. A vida da minha mãe está em jogo devido à desorganização no sistema.